A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 01/03/2020

A importância da educação financeira na vida do cidadão é um dos maiores desafios contemporâneos seja social ou político. Nesse contexto, compreende-se, sem dúvidas, dois pontos importantes: o ato de se endividar rapidamente e o o ato de ter muita renda e não saber como investir.

Em primeiro lugar o ato de se endividar. Isso acontece porque quando criança é trabalhado o exercício de poder ter tudo aquilo que almeja e quando se torna um cidadão adulto só reproduz o que foi ensinando anteriormente. Haja visto que o capitalismo e o consumismo está diretamente ligado com isso, um exemplo é as propagandas apelativas sempre em todo lugar e a questão dos cartões de créditos que causam um certo tipo de ilusão ao darem a opção do cidadão comprar tudo mesmo sem ter a quantia de dinheiro em mãos. A fotografia social disso é o alto índice de cidadão com o nome “sujo”.

Em segundo lugar, o ato de ter muita renda e não saber como investir. Basta ver a situação de uma grande parte de pessoas que tem suas rendas relativamente altas e quando chegam em uma determinada fase da vida acabam se endividando ou perdendo todo seu dinheiro por não saber como investir, acabam gastando com coisas relativamente fúteis. Esse cenário é fruto da falta da educação financeira na vida do cidadão, no qual deveria ser parte tanto da vida acadêmica quanto da vida pessoal de qualquer um. O efeito social disso é as pessoas não conseguirem prosseguir com atitudes conscientes, quando o assunto é educação financeira, já que a grande maioria tem um déficit para conseguir administrar suas finanças.

Posto isso, é necessário que mesmo introduzindo a educação financeira na vida do cidadão na Educação Infantil e Ensino Fundamental, é imprescindível que o assunto já seja familiarizado aos demais, incluindo a parte adulta envolvida na Educação, de forma que ao saber utilizar e colocar em prática, consiga passar para os menores. Para que funcione, o Ministério de Educação com uma parceria com IBEF ( Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças) do seu estado, promovam cursos, não necessariamente profissionalizantes, ensinando como melhorar a administração das finanças. Assim, estimulando que todos de qualquer idade e/ou formação possam ter acesso a uma educação financeira.