A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 25/03/2020
Desde meados dos anos 2000, o brasileiro desenvolveu um hábito maléfico de “ostentar”, isto significa gastar dinheiro em objetos desnecessários ou fúteis, pode-se usar como exemplo celulares de última geração ou bebidas caras. Esse ato reflete a visão econômica da maioria dos brasileiros, os quais não sabem utilizar seu dinheiro de maneira adequada e eficiente pois não foram educados e vivem em um ambiente que sustenta a ideia da compra exacerbada ao invés de economizar sua renda ou fazer planos.
Com isso, pode-se fazer de exemplo os videoclipes de funk, que apadrinham um modo de vida privilegiado aos poucos que conseguem sustentá-la, todavia, os visualizadores criam um cenário real no qual eles podem ter esse estilo exagerado de vida, sem ter o mínimo de percepção de sua própria situação, e por isso temos inúmeros posts de pessoas com um iPhone X, porém, ao lado de uma parede faltando reboco. Todos deveriam ser educados em suas respectivas escolas a ter noção econômica de sua própria situação.
A exemplo de escolas estrangeiras, estas utilizam de outros sistemas educacionais nos quais a maioria compõe aulas úteis à vida social, como política e economia doméstica. Estás matérias devem apresentar-se também na munição do estudante brasileiro, pois lhe falta noção de espaço no meio econômico.
Portanto, dado o exposto, é visível que os governantes brasileiros devem agir para mudar tais pensamentos materialistas dos cidadãos. Visto isso, o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, deve incluir a matéria de economia social, fazendo parte do currículo escolar obrigatório. A matéria abordaria investimento, funcionamento da moeda e principalmente microgerenciamento de dinheiro. Desse modo, as próprias instituições de ensino guiariam os futuros brasileiros a utilizar de seu dinheiro de forma segura e responsável.