A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 26/03/2020
A crise de 1929, que também atingiu a população americana, gerou a decadência na fabricação de produtos, o fechamento de indústrias, e o desemprego, ocasionado perdas de bens e níveis baixos de consumismo, quebrando assim a inciativa imposta pelos norte americanos com o American Way of Live. Semelhante a tal, no Brasil, os problemas ou as tensões econômicas presentes na sociedade, por conta da econômica fragilizada, gera um descontrole financeiro e um crescente aumento de dívidas mesmo para aqueles que possuem uma renda confortável, isso se deve pela falta de uma educação financeira entre os cidadãos, sendo ela importante para uma liberdade pessoal econômica ou evitar uma educação financeira forcada criada pelo governo, porém necessária.
Segundo o livro, Pai Rico Pai Pobre, “A inteligência resolve problemas e gera dinheiro. O dinheiro sem a inteligência financeira é dinheiro que desaparece depressa.” Nesse contexto, uma educação financeira e sua continuidade é promissora de um empreendedorismo futuro bom, ocasionando também uma liberdade econômico pessoal adequada, pois conceder condições para uma pessoa decidir melhor o que fazer com seu dinheiro gera uma preocupação para que ela possua prosperidade ou uma melhor rentabilidade, e também capacidade de o indivíduo entender quais sãos as melhores oportunidades para que assim consiga lucrar mais e se aproximar o quanto antes de seus objetivos.
Atrelado à isso, além dessa didática de promover uma independência econômica futura, ela também evita uma educação financeira forcada feita pelo Estado, porém necessária, realizada pelos órgãos públicos. Essas instituições além manter o controle prospero e legal do trabalhador, são também feitas pela falta ou despreparo da sociedade brasileira em manter uma boa educação financeira, pois com ela evita que a sociedade gaste de maneira desenfreada. Porém, existem neles problemas, como o endividamento, gerado pela crise, ou a enorme burocratização ou lentidão no requerimento de qualquer benefício do trabalhador, gerando com que os cidadãos entrem com recursos administrativos, que muitos dos casos não recebem o auxílio necessário para a obtenção de um direito ou privilégio previsto.
Nessa conjuntura, o ensino financeira torna-se importe para haver uma liberdade econômica pessoal e evitar uma educação forçado dos Órgãos Públicos. Assim, cabe a intervenção do Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, em inserir ou efetivar devidamente aulas que envolvam a importância de haver ou ter uma educação econômica, realizadas em escolas públicas e privadas nos ensinos superiores, para que no futuro haja vários empreendedores que invistam de maneira adequada no seu capital. Também, cabe a ação do Governo em promover ações que possam compor uma força-tarefa para tentar diminuir o fluxo burocrático ou demora no requerimento desses benefícios.