A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 26/03/2020
A Crise de 29 representou um período de crise econômica que afetou não só o País de origem(EUA), mas também todos os outros com quem possuía uma relação de mercado. Tal período ficou marcado na história, e apesar de representar fatos passados, o desequilíbrio econômico mantém-se presente no mundo, principalmente em Países em desenvolvimento, como o Brasil. Nesse contexto, o Brasil encontra-se ausente de educação financeira nas instituições de ensino, apesar de haver lei que exija, na prática não há investimento; e o gasto exacerbado (comumente influenciado pelo comércio).
Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL): “Cerca de 62,6 milhões de brasileiros terminaram 2018 com alguma conta atrasada e com o CPF negativado, o que representa 41% da população adulta do país”. Tal fato é consequência da falta de investimento nesse assunto na educação(escolas e faculdades) o que resulta na falta de conhecimento e de planejamento financeiro da população. Nessa conjuntura, o Ministério da educação deve investir na educação financeira nas instituições de ensino, proporcionando mudanças na situação atual dos brasileiros visando maior organização financeira.
No território brasileiro, é comum a influência do consumo exacerbado por parte do comércio financeiro, ao invés do investimento no planejamento econômico. Nesse contexto, a sociedade enquanto meio de relações sociais possui uma grande influência nas práticas e costumes, principalmente na ideologia de consumo sem a busca por investimento e resultados reciprocamente positivos(o consumidor investe). Por isso, o Governo precisa investir e influenciar, através de práticas para a reeducação como projetos e campanhas, as pessoas a coordenarem seu próprio dinheiro.
Apesar da educação financeira se apresentar em lei, comumente na prática encontra-se ausente. Sendo tal realidade mais comum nas escolas e faculdades públicas, onde há uma conexão maior com as famílias mais pobres, as quais não possuem muito acesso a essas informações; Juntamente com o propósito de mudar as práticas influenciadas, e fazer o consumidor pensar sobre seu próprio dinheiro, além de ser necessária a efetivação da lei já existente(que se ausenta na prática).