A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 19/05/2020
No filme " Trabalho Interno", o personagem Matt Damon narra a crise financeira mundial que aconteceu em 2008. É notório que essa crise se deu devido a uma má educação financeira dentro da política, e que por consequência disso, afetou milhares de pessoas. Semelhantemente acontece nos ambientes domiciliares, quando algum parente próximo tem vícios de apostas ou pegar dinheiro emprestado, e que por conseguinte, resulta em um descontrole financeiro que prejudica não só o indivíduo, mas também toda a família.
Hodiernamente, é perceptível uma necessidade de reeducação referente à finanças. Ter uma boa educação financeira, torna o cidadão mais organizado e o faz ficar preparado para uma futura crise mundial novamente. De acordo com Machado de Assis, " Dinheiro não traz felicidade para quem não sabe o que fazer com ele". Se bem que a sociedade não se atenta a isso, uma vez que, pra eles o status e a necessidade de estar na moda é mais importante do que a felicidade, desprezando assim, o prejuízo final na fatura mensal do cartão de crédito.
Ademais, uma pesquisa feita pelo SPC Brasil e pela CNDL, revela que 45% dos brasileiros não fazem um controle efetivo do próprio orçamento. Apesar da internet oferecer diversos vídeos com orientações a respeito de reorganização das finanças, o coletivo aparenta não se importar tanto sobre esse assunto. Decerto que, o forte senso de consumir se apodera da vida pessoal da criatura. Por exemplo, vícios em apostas e vícios em comprar roupas e comidas, são grandes agentes ilusionistas preparados para levar uma pessoa a por todo o seu capital em perigo.
Fica evidente, portanto, uma necessidade de mudança da sociedade referente a este assunto. Sendo assim, as emissoras de televisão deveriam exercer um programa, em parceria com o Governo, para transmitir em horários comerciais, vídeos com dicas de profissionais de como se organizar financeiramente, e assim, contribuir para a melhoria do coletivo. Resultando dessa forma, pessoas menos consumistas e mais conscientes.