A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 22/05/2020
“Tio Patinhas” pode ser considerado como um dos maiores símbolos do empreendedorismo americano, pois narra os acontecimentos de um personagem que , mesmo sendo desprovido de bens materiais, tornou-se rico . A estória dessa persona destaca a importância do conhecimento sobre as finanças para conseguir ascender-se socialmente seja na vida ficcional, seja na real. Apesar de tal mudança ser positiva, ela é bastante incomum no Brasil, haja vista que ,no nosso país, a importância da educação financeira é negligenciada. Tamanha realidade ocorre devido à falta de conhecimento sobre a gestão de finanças e seus benefícios,resultando na queda da qualidade de vida humana.
A priori,o primeiro aspecto positivo da educação financeira é a possibilidade da realização de sonhos. A primeira ilustração disso é o desenho do “Tio Patinhas” porque o personagem tinha como objetivo tornar-se um grande gestor financeiro. A segunda é a obra “Pai Rico, Pai Pobre”, haja vista que o narrador queria melhorar a sua qualidade de vida. Como o próprio nome diz, o autor nasceu com pouco capital e aprendeu ,com um grande investidor, a administrar o dinheiro de um método lucrativo. Assim, ele conseguiu viajar para outros países e realizar-se economicamente.Na terra canarinha,tal esfera é animadora e triste, pois ,ao mesmo tempo que o recurso monetário possibilita a realização de desejos,a escola, instituição responsável propagação do conhecimento , não possui seja uma disciplina, seja um livro ligados diretamente à educação financeira.Logo, um grande número de sonhos são esquecidos.
A posteriori, o segundo benefício atrelado ao controle monetário eficiente é a liberdade físico-mental, visto que o poder de escolha de um indivíduo é influenciado diretamente pela sua renda. De acordo com “Karl Marx”, em sua obra “O Capital”, as relações sociais da sociedade hodierna são pautadas em preceitos capitais, os quais regem a vida em comunidade. Dessa forma,para ter acesso aos direitos e aos serviços basilares de forma eficiente, como a saúde, o lazer e a liberdade, é preciso possuir tanto a renda quanto os conhecimentos sobre gestão de finanças. Então, a pessoa desprovida de recursos monetários é negligenciada e marginalizada pela sociedade como um todo, por exemplo, os moradores de rua. As conjunturas do livro e do indivíduo demonstram um panorama triste,absurdo e lastimável.
Destarte, é mister que o Ministro da Educação divulgue, no âmbito juvenil, a necessidade da gestão de recursos monetários mediante a atualização a grade escolar, como a adição desse assunto em uma aula de Matemática ou como a criação de uma disciplina específica, com o escopo de possibilitar a formação de um cidadão livre. Ademais, urge que o Ministério da Educação popularize a educação financeira,especialmente,no ensino primário por intermédio da criação de um livro didático sobre esse tema ,homólogo ao " Pai Rico, Pai Pobre", com o desígnio de divulgar-lo e ensina-lo desde cedo.