A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 22/05/2020
O livro, “Pai Rico, Pai Pobre”, do autor Robert Kiyosaki, retrata sobre a importância da educação financeira dos indivíduos para o desenvolvimento das finanças pessoais em buscas da liberdade financeira. No entanto, a carência desses conhecimento da sociedade brasileira gera diversos impasses no cotidiano. Desse modo, deve-se analisar a falta de informações no meios social e impasses gerados por essa carência.
Em primeira perspectiva, é importante destacar que a omissão de noções básicas de educação financeira na esfera social. Ainda sob esse ângulo, a filósofa Hannah Arednt, com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Haja vista que, a falta de conhecimento relacionada a educação financeira na sociedade são observadas como algo comum, porém representa um grande mal para a saúde financeira dos indivíduos. Assim sendo, são necessárias meios para difusão de informações básicas para o evolução financeira.
Ademais, atrelado a supressão da educação financeira, salienta-se que essa escassez impulsiona a problemática do desenvolvimento individual e coletivo. Nesse viés, de acordo com Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), aproximadamente 40% da população brasileira economicamente ativa possui alguma forma de endividamento. Desse modo, tal problema, são reflexo da baixa educação financeira dos brasileiros, no qual são estimulada cada dia mais pela mercado do consumismo exagerado.
Torna-se evidente, portanto, mediante os fatos expostos, providência são essenciais para educação financeira dos cidadãos. Destarte, o Ministério da Educação, por meio de decreto, inclua na grande curricular do ensino fundamental e médio o ensino de educação financeira, coordenados por economistas e administradores, com objetivo de formar cidadãos capazes de geri o capital de formar correta e consciente, assim reduzirá os impasse da falta dessa informações causa. Outrossim, o SPC Brasil, devem organizar convenções de renegociações de dívidas, com intuito de diminuir os inadimplentes e auxiliar na educação de finanças do país.