A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 23/06/2020

O colapso deflagrado no mundo pela crise financeira dos anos 20 teve como principal ato o craque da Bolsa de Valores de Nova York, em outubro de 1929. Por conseguinte, o mundo todo foi afetado, drasticamente, com o fato ocorrido nos Estados Unidos. Tais fatos fizeram com que houvesse uma produção além da sua demanda, como resultado, temos populares despidos de informação e um consumo exacerbado com o “American way of life” (estilo de vida americano). Desse modo, esses povos deparam-se com desafios para erradicar a falta de sapiência e o consumismo.

De início, é indubitável que a carência de conhecimento sobre o sistema financeiro é uma grande problemática, visto que há uma falta de planejamento e orçamento com o capital produzido. Além disso, o que contribui para a perpetuação dessa adversidade é a inflação e o salário mínimo. Nessa perspectiva, segundo o filósofo Immanuel Kant “o homem é aquilo que a educação faz dele”. Sob tal ótica, percebe-se que com uma boa educação financeira em sua base promoverá uma maior estabilidade de vida. Por consequência, levam a ter bons princípios econômicos e noções de empreendedorismo.

Outrossim, o consumo exagerado é bastante recorrente sobre grande parte da população, em virtude da influência midiática com propagandas de marketing, levando a persuasão dos demais sobre determinado produto. Nesse sentindo, de acordo com o portal de notícias da Globo, cerca de 76% dos brasileiros não praticam o consumo consciente. Essa realidade torna-se evidente, já que os indivíduos consomem mais do que o necessário causando um abalo financeiro pessoal e a persistência da inadimplência. Dessa forma, contribui-se para a permanência desse tipo de ação negativa.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter o avanço dessa controversa. Por tudo isso, cabe ao Ministério da Educação, em parceira com o Governo Federal, propor uma reeducação social, mediante campanhas educacionais, em jornais e na televisão. Em seguida, implementar a educação financeira nas escolas, com professores eficientes no assunto, assim tendo a diminuição do percentual de consumo irrelevante, com o intuito de promover um melhor gerenciamento de finanças em prol do investimento e organização econômica de cada cidadão.