A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 06/07/2020

“Se você pretende ser rico, pense em economizar tanto quanto em ganhar”. Conforme dito por Benjamin Franklin, para chegar ao topo da sociedade financeira, é necessário possuir o pensamento de que, os gastos devem ser menores do que os ganhos. Portanto deve-se refletir sobre como o dinheiro ganho será gasto, não ultrapassando o saldo positivo existente.

Mesmo que, este seja um conhecimento básico na educação financeira,  a população brasileira, terminou o ano de 2018, com mais de 62 milhões de pessoas com dívidas atrasadas, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Em outras palavras, este é um reflexo de como o conhecimento do povo brasileiro com relação a economia, é extremamente precário.

A falta da educação financeira, afeta diretamente na economia do país, já que, como a população está sem dinheiro, significa o país não possuir dinheiro, visto que não haverá consumo de produtos por sua parte. Além disso, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), cerca de 70% dos inadimplentes sofrem com ansiedade e outros distúrbios, por não conseguirem resolver suas dívidas. Não só, mas também gera dependência financeira dos responsáveis nos mais jovens, pelo fato de, não disporem de um controle sobre seus gastos, havendo portanto uma insegurança com relação a sair de casa e viver sozinho.

Mesmo com os problemas causados pela falta de conhecimento financeiro, o foco desta areá da educação, mesmo ligados a forma de como é gasto o dinheiro, possui outros benefícios, tal como o estabelecimento de metas e objetivos a serem alcançados, famosa fábula da “Formiga e da Cigarra”. Possuir metas e objetivos, geram uma qualidade vida melhor, ao pensar no futuro de forma a viver independentemente, como exemplo, uma pessoa de 20 que tem como objetivo a casa própria.

Em resumo, para que os problemas de dívidas e instabilidade na saúde mental do cidadão não sejam um problema, deve ser estabelecido desde a infância, o conhecimento de como se deve utilizar o dinheiro, e de não consumir de maneira errônea os produtos, sitando como exemplo as 3 perguntas para pupar( eu preciso? eu posso? e eu devo?). Pensando em solucionar toda esta situação, a educação financeira tornou-se obrigatória nas escolas infantil e fundamental em 2020, de acordo com as normas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Portanto, o futuro do consumidor brasileiro acaba de se tornar mais promissor.