A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 01/07/2020
O setor de mercado empreendedor brasileiro tem se tornado muito promissor para o incentivo à educação financeira. Conjuntamente, eles agregam a crescente quarteirização do trabalho ao empreendedorismo social, atualizando e inovando diversos serviços e produtos, e aliando as novas tecnologias de informação como formas alternativas de independência econômica para os cidadãos e diversidade de trabalho. Nisso, impacta diretamente, a promoção da cidadania do exército de reserva de mão de obra, a dinamização das classes e da economia da sociedade, e a pluralização de novas perspectivas de geração de renda e condições de vida. Entretanto, é um novo ramo da economia que ainda traz implicações na sua atuação e destaque no meio socioeconômico educacional abrangente. Nesse cenário, caracteriza-se um viés de ruptura do sistema de mercado de trabalho tradicional pelo do embate aos paradigmas que limitam a abrangência da educação financeira e sua importância. Isso se dá com a utilização da criatividade e da iniciativa de empreendimento individual (prática já incentivada pelo MEI BRASIL-Microempreendedor individual, com facilidades de cadastro e regulamentação de trabalhadores, produções e mercadorias de cunho “informal”, fornecendo legalidade), associadas tanto aos conhecimentos populares de acordo com as culturas e os recursos disponíveis de um local ou região, como aos conhecimentos técnicos de novas perspectivas de produtos e serviços, hoje com suporte de cursos “online” ou presenciais, gratuitos ou pagos, fornecidos pelo Sebrae, canais e sites na internet, “e-books”, e “coachs”.
Entretanto, falta um suporte mais elaborado aos brasileiros das classes investidoras e emergentes, e àqueles que buscam sua saída dos índices de pobreza e miséria, que é: Educação financeira acessível, na instrução e na prática. Esta, é a condição primordial, ainda precária nesse atual contexto do Brasil. Esses fatores vão conferir conhecimento de gestão e controle financeiros de investimento, economia de mercado, planejamento, recursos, público-alvo e “marketing”, promovendo base para a “auto-terceirização”. A exemplo disso o Banco Nacional junto com a Base Nacional Comum Curricular determinaram a inclusão obrigatória de educação financeira nas escolas como tema transversal e interdisciplinar como importante incentivo de base para o empreendedorismo social. Portanto, é necessário a regulamentação e atuação de práticas integrativas de educação financeira e empreendedorismo com projetos socioeducacionais ministrados pelas Secretarias Municipais responsáveis e o Sebrae, que englobe a participação de jovens e adultos, nas escolas e comunidades, em atividades como palestras, feirinhas sociais, oficinas dinamizadas, que deem todo esse embasamento, a fim de promover cidadania e ascensão as novas tendências de dinâmica econômicas.