A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 06/07/2020

Há cerca de 2 milênios atrás, babilônios demostraram grandes habilidades com o manuseamento de capital, como retrata no livro “o homem mais rico da Babilônia”. Porém, segundo dados inferidos pela SPC Brasil e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 62,6 milhões de brasileiros terminam com alguma conta atrasada ou CPF negativo, isso desconsiderando outras consequências severas e desastrosas. Tem-se em mente que inferioridade evolutiva não é justificativa plausível, está claro que o resultado destinado àqueles que não administrem seu dinheiro é subsequente da má administração do mais importante pilar da sociedade: educação.

Com o recorrente dilúvio de informações, indivíduos aparentem estar muito mais escassos da ação necessária para consumir para o que presume ser produtivo ao crescimento pessoal e financeiro, especificamente. Embora o poderoso crescimento dos criadores de conteúdo, a falta de flexibilidade das pessoas em navegar pelo conhecimento produzidos por eles é remanescente. Diferente de décadas atras, existem inúmeras estradas para alcançar resultados extraordinários, mas como caminha-las a ninguém foi ensinado.

Inferindo-se, portanto, que grande responsabilidade que escolas possuem em introduzir o pensamento crítico e investigativo como meios de procura ao conhecimento, considerando os módulos principais já aderidos, é desaproveitado; o conhecimento financeiro, vagamente introduzido nas instituições, é desperdiçado. Poucos dos setores educativos governamentais apresentam propostas que fomentam o interesse ao assunto, a única exceção para isso são crises comerciais, estes os quais obrigam a sociedade a procurar medidas que priorizam suas necessidades. Por isso, o grande bolo é apenas restado aos autodidatas, visto que não apenas a população é incapaz de aprender, mas o Estado é incapaz de ensinar.

É necessário, portanto, que a educação financeira incentive as crianças e adolescentes, especialmente. Posto isso, o Ministério da Educação juntamente com profissionais especializados, devem elaborar um projeto de integração de conhecimentos financeiros juntamente à grade curricular do aluno, a fim de aplicar os fundamentos suficientes para que a geração de aprendizes consiga desfrutar da dádiva que foi escondido, ou mais precisamente ignorado, por muitos anos. Visando esse objetivo, tal medida deve ser incluída sob as mesmas politicas estabelecidas e será ensinada de forma descentralizada, como aproveitamento do conhecimento exterior e desenvolvimento de outras habilidades. Dessa forma, haver-se-ia uma sociedade intelectualmente e financeiramente saudável.