A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 04/07/2020

No filme “Até que a sorte nos separe” os protagonistas tornaram-se milionários devido ao prêmio concebido em apostas. Entretanto, a má gestão e o consumo exacerbado causaram a falência. Em outro contexto, no Brasil hodierno, o consumismo desenfreado é notório no aumento de cidadãos endividados, causando prejuízos para o Estado e individuais. Dessarte, é impreterível a educação financeira para a sociedade.

É válido ressaltar que segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), cerca de 41% da população acima de 18 anos está inadimplente. Sendo o fator preponderante a falta de conhecimento a respeito da organização financeira e salarial. Além disso, ocorre a falta de planejamento e estabelecimento de metas, tais atitudes são imprescindíveis para o desenvolvimento econômico pessoal e do país, visto que as dívidas acarretam no não pagamento de contas públicas. Portanto, devem ser ensinados os assuntos supracitados.

Visto que de acordo como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mais de 50% dos adolescentes de 15 anos não sabem acerca da educação financeira, o que pode gerar  inadimplências e endividamento futuros. Destarte, o ciclo geracional e a quantidade de pessoas com crédito negativo não diminuirá. Tal cenário pode ser modificado, pois segundo o filósofo Kant “O homem é o que a educação faz dele”

Dado o exposto, o Ministério de Educação e Cultura (MEC) por meio de atividades lúdicas como gincanas e jogos ensinar educação financeira a crianças, jovens e adolescentes. Ademais, o Ministério da Economia em união com empresas deve promover mutirões em locais públicos e de fácil acesso para abranger diversos grupos sociais, com o intuito de conscientizar e orientar a população sobre o consumo. Conclui-se que é imprescindível a ação dos ministérios.