A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 05/07/2020

O filme de produção brasileira “Até que a sorte nos separe”,mostra a vida de Tino, que acabou falido após ganhar duas vezes na loteira e não saber administrar seu dinheiro. Tal filme evidência que a falta de educação financeira na vida do cidadão corrobora a existência de problemas ligados a finanças. Enumeram-se como consequências da problemática supracitada o consumismo e a dependência financeira.

Para Bauman, filósofo polonês, para que um indivíduo seja aceito dentro da sociedade ela incita e promove a escolha de uma vida e estratégia consumista, e esse consumismo está enraizado na sociedade seguindo uma linha tênue, que facilmente, pode ser nulificada caso haja a integração da educação financeira na vida dos cidadãos. Dada situação dando a devida importância e foco para os bens realmente necessários para nós, sem infringirmos o limite que a natureza nos proporciona.

No contexto da Primeira Guerra Mundial, houve uma grande primazia à nação emergente que fez com que as potências europeias se tornassem cada vez mais dependentes dos Estados Unidos. Tal fato não se dista da realidade, visto que na sociedade hodierna há vários casos registrados de dependência financeira. Todavia, ser sustentado por alguém não é saudável e pode gerar uma gama de sentimentos ruins, como problemas na autoestima, eles são distribuídos entre homens, mulheres e filhos já adultos, esses filhos, no senário atual estão, cada vez mais, aumentando e permanecendo dependentes por mais tempo.

Dessarte, é mister que o Estado tome providências para a melhora desse quadro. Para que a população brasileira tenha domínio da educação financeira, cabe ao Ministério da Educação, orgão responsável pelo setor da educação do país, insira na grade curricular da educação infantil, fundamental, médio e nas universidades a matéria de educação financeira. A fim de que se tornem adultos mais conscientes sobre as suas decisões financeiras. Somente desta forma será combatido a falta de organização dos gastos e falta de investimentos, como reserva, em tempos de crise.