A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 04/07/2020

A qualidade de vida é um discurso muito decorrente nas principais convenções da ONU, pois para se viver bem, ter um bom rendimento populacional e governamental, deve-se ter uma boa qualidade de vida, que é um dos pontos que caracterizam o IDH (Índice de desenvolvimento humano), países no topo desse índice são considerados nações boas de se viver, influenciando imigrantes para essas nações. Para se ter uma boa qualidade de vida, deve-se ter também um certo controle financeiro, esse ignorado por muitas instituições de ensino e até nas famílias.

Primeiramente, tem se que a maioria dos pais do Brasil não dão muita relevância para a educação financeira, por não ter sido algo ensinado para eles também. Logo, não é passado essa “tradição” do cuidado com o dinheiro para os filhos. Assim, gera uma multidão de pessoas que não sabem lidar com dinheiro, levando ao dado do jornal UOL, esse diz que 41% dos brasileiros em fase adulta fecharam o ano de 2018 com seu nome negativado em decorrência de dívidas.

Segundamente, o ensino sobre educação financeiro nas redes de ensino, tanto publica como privada no pais é falha. Analise-se que sem a tradição familiar de ter uma base de conhecimento da renda familiar e de seus cuidados, devia assim as instituições de ensino ensinar tal coisa, já que uma pessoa com bom rendimento educacional, se tornara uma pessoa menos dependente do Estado. Logo, uma pessoa sem conhecimento financeiro, não terá sucesso no progresso financeiro e contribuirá menos para o progresso da nação.

Devido aos fatos mencionados, é mister que haja uma maior relevância sobre educação financeira por parte da família, ajudando o filho a ter um conhecimento de finanças desde cedo, ao comprar pão na padaria e verificar o troco, ao juntar dinheiro para um objetivo e poder compra-lo, entre muitas outras praticas que ajudariam as crianças e jovens a ter um belo rendimento de conhecimento sobre finanças. Por parte do governo, criar uma lei onde aprove e imponha a criação de aulas de educação financeira na grade curricular, nas escolas publicas e particulares. Tmbém pode-se criar feiras e campanhas para ajuadaar não só os jovens, mas também os adultos e idosos com problemas financeiros e com o nome no vermelho.