A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 05/07/2020

A importância da educação financeira na vida do cidadão

Basta olhar para um passado próximo e notar que em 2018 aproximadamente 62,8 milhões de brasileiros terminaram o ano com alguma conta atrasada, CPF negativado ou até mesmo com o nome no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), no qual cerca de 41% da população adulta do país, mesmo havendo crises financeiras no Brasil, ainda não aprenderam a gerenciar suas finanças e consequentemente não conseguem melhorar a qualidade de vida. Vale ressaltar,  que para ter um caixa equilibrado, permitindo fazer novos investimentos ou simplesmente ter uma situação confortável, é o desejo de muitas pessoas e empresários e requer muita responsabilidade.

É sabido que os jovens foram a parcela da população que mais perdeu renda no trabalho durante os últimos cinco anos e é entre a juventude que estão os maiores índices de desigualdade,de acordo com a pesquisa Juventude e Trabalho do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em entrevista à Agência Brasil, o diretor da FGV Social, Marcelo Neri defende a educação como forma de melhorar esse cenário.Entre 2014 e 2019, jovens de 15 a 29 anos perderam 14% do faturamento proveniente do trabalho.Entre os jovens mais pobres,esse percentual chegou a 24% e,entre analfabetos,51%.“O elemento fundamental para lidar com essa situação é a educação.Não se pode errar na educação”, diz.

De certa forma, os jovens devem aprenderem desde cedo a economizar, por isso pais tem que incentivar as crianças a guardarem seus dinheiros para que no futuro cresçam e se tornem cidadãos precipitados e sem muitos problemas.Segundo André Simões, gerente do estudo Síntese de Indicadores Sociais, a saída da miséria da população brasileira depende de cuidados maiores.“É fundamental que as pessoas tenham acesso aos programas sociais e que tenham condições de se inserir no mercado de trabalho para terem acesso a uma renda que as tirem da situação de extrema pobreza”, diz ele. Um dado do IBGE, porém, chama a atenção dos 13,5 milhões de miseráveis, 13,6% tinham alguma ocupação, ainda que informal, cumprindo abaixo das 40 horas de trabalho semanal.

Portanto, para amenizar a situação o governo têm de a baixar o preço dos impostos, disponibilizar mais empregos para aqueles que infelizmente não concluíram o Ensino Médio, assim mais pessoas saíram da pobreza e terão chances de ter uma vida melhor sem ficar endividando-se.Também escolas  sejam elas públicas ou privadas, precisam criar métodos para estimular os pequenos da nova geração  a serem responsáveis com sua conta corrente, utilizá-la para o bem.O Ministério Governamental tende a ceder bolsa família aos necessitados, apresentar projetos eficaz como o Menor Aprendiz e outros.