A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 06/07/2020

Pode-se perceber a falta da educação financeira no âmbito escolar. A lacuna desse ensino contradiz o projeto de lei adotado em 2018 para escolas públicas e privadas brasileiras, que exige o ensino financeiro na grade curricular. Há consequências geradas por esse fator, como a diferença de classes sociais e também o acúmulo de dívidas.

Em analise, há pessoas que aderem auto conhecimento sobre o monetário, ou com livros ou vídeos online; de exemplo do Thiago Nigro: “do mil ao milhão” um dos mais vendidos sobre empreendedorismo. Assim, possuem mais saber administrativo para investir e cuidar do próprio patrimonio. Já aqueles que não possuem o interesse ou o acesso restrito ao aprendizado alternativo, tornam-se retardados no processo de busca pela liberdade financeira o que gera pobreza. Por fim, acarreta desigualdades socioeconômicos.

Ademais, a precariedade de instrução em escolas na juventude ocasiona uma diminuição na economia do país. Pelo fato de que o indivíduo não sabe conduzir o próprio dinheiro, gastando sem pensar. Produz dívidas, tendo pouco poder aquisitivo de compras. Desse modo, cria-se interferências no setor econômico porque não há a possibilidade  de compra e venda. Se não há dinheiro para a adquirir a mercadoria, existe a falta de demanda por parte do comerciante.

Logo, medidas são necessárias para resolver os fatos pressupostos. O Ministério da Educação junto ao Ministério da Economia abra programas de auxilio para os jovens de modo em que retratem sobre a importância da formação financeira, saber administrar as finanças mas também explicar por meio de mídias sociais o impacto que causa na economia e o risco do aumento da desigualdade social no Brasil. O Governo deve criar sites com o intuito de facilitar a aprendizagem da educação financeira, como o Nigro retrata “que a riqueza é possível para todos- basta estar disposto a aprender e se dedicar”.