A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 18/09/2020
O documentário “Freakonomics” retrata didaticamente os aspectos econômicos da sociedade,por intermédio de analogias com questões do dia a dia.De forma semelhante ao programa televisivo,vem-se notabilizando o amadurecimento de muitos brasileiros no contexto das finanças,o que proporciona benefícios sociais e financeiros.Todavia,falhas quanto à total efetividade desse empoderamento educativo incitam uma conduta mais expressiva da sociedade civil e do poder público. Nesse sentido,é fato que houve avanços no tocante à propagação da essencialidade da educação econômica,de modo que muitos indivíduos puderam dispor de um vasto conhecimento para administrar seus bens materiais,e,efetivamente,essa sabedoria tende a oportunizar uma maior qualidade de vida a eles.Contudo,ainda é insatisfatória a atuação de algumas instituições formadoras de opinião no incentivo a um desenvolvimento psicossocial em prol da prudência e da racionalidade diante do apelo consumista.Prova desse cenário adverso são dados do Serviço de Proteção ao Crédito(SPC),os quais sinalizam que mais de 70% dos brasileiros não são consumidores conscientes.Logo,são improteláveis medidas pedagógicas,suscitando,assim,um paradigma cultural de maior equilíbrio com as finanças. Outrossim,a sapiência monetária tende a instruir uma grande parcela do povo a evitar problemas financeiros em larga escala,como a inadimplência com alguma conta não honrada.No entanto,embora existam programas instrutivos-à guisa de ilustração,a Estratégia Nacional de Educação Financeira(ENEF),cuja função é dimensionar o debate nacional sobre a temática-,algumas tentativas do governo brasileiro em oferecer informações elucidativas sobre,por exemplo,juros exorbitantes de cartões de crédito não têm tido o êxito desejado.Essa ineficiência encontra justificativa no reduzido alcance de peças publicitárias acerca da pedagogia financeira ao analisar-se o alto contingente populacional da nação.Essa situação desafiadora urge maior engajamento do setor público no combate a esse óbice,a fim de satisfazer a abrangência do papel informativo estatal.
Portanto,faz-se premente que as escolas e universidade promovam atividades didáticas-mediante palestras ministradas por especialistas,por exemplo,economistas,os quais podem contribuir com seus conhecimento sobre educação finaceira-com o fito de consolidar precocemente um viés coletivo de responsabilidade e prudência com as finanças.Ademais,cabe ao Governo Federal potencializar informes educativos pertinentes à pedagogia monetária-por meio de “posts” patrocinados em redes sociais,com a parceria de influenciadores digitais-no intuito de amplificar a abrangência de programas como a ENEF e,então,garantir a satisfação do papel informativo do Estado.Assim,o Brasil mitigará a problemática e disseminará conhecimentos financeiros iguais aos de “Freakonomics”.