A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 23/09/2020
O filme “Até que a sorte nos separe” conta a história de uma família que tem sua rotina transformada ao ganhar na loteria. Em dez anos de uma vida de ostentação e sem terem investido ou guardado nenhum dinheiro, eles se encontram falidos. Depois que ficam sem dinheiro, buscam a ajuda de seu vizinho e consultor financeiro. Da mesma forma, situações como essa que acontecem com diversas famílias se dão devido à falta de instrução e educação financeira.
Seguindo essa ideia, a famosa frase do filósofo alemão Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele” se aplica a esse tema, pois a falta de instrução financeira afeta não somente a questão monetária, mas também a qualidade de vida das pessoas. Apesar de ser um problema recorrente, é um tema pouco abordado no currículo básico escolar e nos lares brasileiros. Além disso, tabus como investimento é “coisa de rico”, causa desestímulo à poupança e ao cuidado das finanças.
De acordo com o site Cointimes, cerca de 40% dos brasileiros não poupam nenhuma quantia. Dos que poupam, apenas 10% reservam uma quantia para a poupança. Já outros 10% gastam todo seu dinheiro para se sustentar.
Em suma, não há soluções rápidas ou fáceis para melhorar essa carência na base educacional. Contudo, é possível iniciar esse processo educacional financeiro nas escolas, para que todas as pessoas tenham uma base para se firmar. Adicionalmente, instituições de ensino e governamentais podem influenciar a população à ingressar-se no mundo dos investimentos. Por conseguinte, uma boa base familiar que presa o cuidado com as finanças, melhora não só sua qualidade de vida atual, mas também a de suas futuras gerações.