A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 27/09/2020

Na conjuntura contemporânea, é indubitável afirmar que a educação financeira é imprescindível aos brasileiros. Entretanto, nota-se que a maioria dos indivíduos é desinformado em relação a esse assunto. Isso se deve pela negligência governamental e pela falta de interesse dos pais. Logo, urgem medidas que busquem reverter esse cenário vigente no país.

Em primeiro plano, é imperioso ressaltar que a premência do Estado estimula a ausência do ensino monetário. Sob esse prisma, depreende-se que esse ensinamento não é prioridade no território, fazendo com que a sociedade tenha dificuldade de administrar seu próprio orçamento. Segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 45% dos cidadãos não fazem um controle efetivo de suas finanças, comprovando que o governo não incentiva os seres a ter esse cuidado financeiro. Destarte, constata-se a despreocupação das autoridades em instruir a coletividade.                   Concomitantemente a isso, é relevante abordar a omissão dos pais em relação à questões financeiras como outro fator fomentador da inexistência da instrução monetária. Nesse sentido, compreende-se que muitos progenitores, por estarem ocupados com o trabalho, não se preocupam em passar esse conhecimento à sua prole, ocasionando o despreparo dessas crianças quanto à esse tema na vivência adulta. Análogo ao pensamento de Augusto Cury, “Educar é semear com sabedoria e colher com paciência “, tornando evidente que a ausência dos responsáveis desencadeia a insciência dos infantis. Portanto, infere-se a influência da família na vida dos menores.

Frente a essa problemática, enfatiza-se a falta de ensino financeiro presente no Brasil. Desse modo, cabe ao Ministério da Educação -responsável pela formação dos cidadãos- promover atividades multidisciplinares, por meio de palestras e “lives” , visando conscientizar a população acerca dessa temática. Em paralelo, compete ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos realizar cursos instrutivos, através de incentivos fiscais e ajuda de profissionais, objetivando sensibilizar os pais da importância do ensino monetário. A partir disso, obter-se-á, a médio e longo prazo, uma sociedade mais preparada para cuidar de suas finanças.