A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 10/11/2020
A “Declaração Universal dos Direitos do Homem”, promulgada pelas Nações Unidas em 1948, garante a todos os cidadãos o direito à vida, à cidadania e ao bem-estar físico, psicológico e social. No entanto, devido à recente crise familiar, à lenta recuperação da economia familiar, às dificuldades provocadas pelos precários comportamentos de gestão da maioria das pessoas, à importância da educação financeira na vida dos cidadãos, a situação tem impedido esta situação na prática ocorrer.
Cabe, a princípio, diagnosticar uma das causas contundentes dessa problemática. Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto que se encontra, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se necessidade de que certos setores da sociedade melhorem, a exemplo do comportamento gerencial das pessoas, com o intuito de haver uma mudança no hábito do cidadão sobre como usar o seu dinheiro com planejamentos, orçamentos e aplicações bancarias.
Além disso, deve-se ressaltar que a educação pode ser utilizada como ferramenta para solucionar esse problema. No entanto, ainda faltam medidas eficazes para mudar esse comportamento. Nessa perspectiva, segundo o pensamento de Nelson Mandela, dado que o investimento na educação secundária e básica é insuficiente para atender às necessidades da educação escolar, a educação pode mudar o mundo e está distorcida no país.
Portanto, diante dos fatos acima, é necessário que o governo coopere com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais no financiamento de programas de educação relacionados à educação financeira do cidadão por meio de diversos meios de comunicação, inclusive anúncios na televisão. Entrevistas em jornais e debates sociais. Além disso, a importância do sistema financeiro deve ser integrada à escola e as redes sociais para conscientizar os jovens sobre finanças o mais rápido possível.