A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 20/12/2020

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico de maior hierarquia do país, prevê em seu artigo 6, o direito a todas as áreas da educação como inerente a todo cidadãos brasileiro. Conquanto, tal prerrogatica não tem se reverberado com ênsafa na prática quando observa-se a carência da educação financeira, dificultando, desse modo, a universalização desse direito tão importante. Diante disso, deve-se analisar a falta de ações governamentais e a consequências desse impasse na sociedade.

Em princípio, ressalta-se a ausência de medidas do Estado para a promoção da educação financeira no âmbito social. Essa conjuntura, segunda as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos disfrutem de direitos indispensáveis, como a educação de finanças básicas, no qual é evidente os problemas perante essa falta. Desse modo, medidas devem ser tomadas perante a isso.

Ademais, atrelado a isso, salienta-se as adversidade causadas pelas carências desses ensinamentos. Nesse viés, de acordo com o  Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), cerca de 60 milhões de brasileiros estava com dívidas pedentes no ano de 2020. Diante de tal expostos, o pouco conhecimento de finanças contribui para essa taxa apresentada, no qual sem a devida instrução são realizada gastos sem o planejamento adequado. Logo, é inadimissível que esse cenário continue a perdurar.

Torna-se evidente, portanto, mediante os fatos expostos, providências são essênciais para atenuar a carência da educaão financeira. Para isso, é imprescidível que o Ministério da Educação por intermédio de decretos, incluam na grande curricular do ensino médio a educação financeira, ministradas por economistas ou administradores, a fim de suprir os conhecimentos relacionados a educação de finanças, assim reduzirá os impasses causados por essa falta. Assim sendo, consolidará uma sociedade com maior conhecimento, onde o Estado desempenhará corretamente  seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.