A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 06/01/2021
Tudo que é ensinado na escola é com o propósito de preparar os indivíduos para a vida adulta, ajudar nos desafios que se pode encontrar ao longo do caminho escolhido, assim como a educação que é dada em casa. Porém, existem algumas dificuldades que surgem ao longo da vida, uma delas é saber se organizar financeiramente, pois, a escola não preparou o aluno para isso e, em muitos casos os pais também não prepararam. Dessa forma, cabe uma discussão sobre como a falta de educação financeira traz consequências negativas para o cidadão na sua vida adulta e medidas que devem ser tomadas para que mais pessoas saibam como fazer um planejamento financeiro.
De acordo com uma pesquisa publicada no ano de 2019 pela revista Estado de Minas, quase 40% dos jovens já tiveram ou têm o nome sujo, portanto, é evidente o quanto esses jovens são prejudicados pela falta de entendimento acerca do assunto. Dessa forma, são grandes as chances de um prejuízo financeiro logo no início da vida adulta, fazendo com que o sujeito se sinta totalmente desprevenido para essa nova fase da sua vida e em alguns casos pode causar uma desmotivação.
No entanto, não há uma preocupação quanto à essa temática, é necessário uma iniciativa própria para aprender a como se organizar finaceiramente, por conequência há tantas pessoas endividadas no Brasil. Segundo dados do Relatório de Economia Bancária do Banco Central, cerca de 4,6 milhões de endividados no Brasil devem a instituições financeiras mais do que podem pagar. Logo, é preciso que atitudes sejam tomadas para mudar esse cenário brasileiro.
Assim, é possível dizer que a educação financeira é de extrema importância na vida de todo cidadão, desde o ensino infantil até a vida adulta. Dessa forma, cabe as escolas criarem cursos extracurriculares de preparação para uma vida financeira equilibrada, por meio de aulas, palestras, atividades que exemplifiquem problemas reais, com o objetivo de preparar os indivíduos desde a infância. Também cabe aos governos estaduais promoverem esses cursos para quem já não está mais na escola, de forma gratuita. Assim sendo, será possível mudar o quadro de pessoas devedoras no Brasil.