A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 16/01/2021
Obra cinematográfica brasileira estrelada por Leandro Hassum, “Até que a Sorte nos Separe”, exibe a história de Faustino, trabalhador e pai de família que se torna ganhador de 100 milhões de reais em um jogo de azar. Ao decorrer do longa-metragem, o protagonista demostra ausência de controle monetário e perde todo o valor ganho, encontrando-se endividado e sem amparo. Fora das telas, o déficit de educação financeira também marca o cotidiano de diversos cidadãos e, por sua vez, corrobora com o acúmulo de dividas e má gestão de lucros.
Primeiramente, cabe analisar a problemática da má administração do dinheiro e as dívidas geradas por esta. De acordo com dados fornecidos pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 41% da população brasileira apresentou-se endividada e com contas atrasadas no ano de 2018. Além disso, é possível afirmar que o principal motivo de tais estimativas se dá pela inacessibilidade à educação financeira.
Posteriormente, pode-se constatar a necessidade do conhecimento, no que tange assuntos orçamentários. Sabe-se que, por meio deste, é alcançável o controle de salários e melhor distribuição monetária para contas e atividades extras, no qual, quando ensinado, apresenta a capacidade lucrativa e gestão correta de tais rendimentos.
Em virtude dos fatos supracitados, é notória a importância da educação financeira para os cidadãos. O Ministério da Educação encontra-se apto a modificar a grade curricular estudantil e inserir aulas de administração monetária mestreadas por profissionais disponibilizados pelo Ministério da Economia, com o objetivo de informar sobre investimentos e maneiras corretas de gestões para que futuramente, os indivíduos não acarretem dívidas ou repitam a história de Faustino.