A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 28/05/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário quanto à questão da importância da educação financeira na vida do cidadão, na qual apresenta à versão em relação a eficiência da educação financeira em escolas públicas e privadas, gerando o aumento do risco de inadimplência no futuro. Nesse contexto, torna-se evidente que as desigualdade sociais, bem como uma grande influência nesse grave problema, vem em virtude da base educacional presente na questão.
Convém ressaltar, a princípio, que as desigualdades sociais é um fator determinante para a persistência do problema. Segundo o escritor brasileiro Ariano Suassuna, defende a existência de uma injustiça secular capaz de dividir a nação brasileira em duas vertentes: a dos favorecidos e a dos despossuidos. No filme de animação “O menino e o Mundo”, conta à história de uma garoto que decide seguir seus pais e viaja para uma cidade grande, e lá encontra um mundo repleto de indiferenças, probreza e exploração, o que faz refletir sobre a sociedade e seus valores atuais. Desta, percebe-se a relação com o acesso do cidadão à educação financeira, em que torna-se evidente as desigualdades e a acessibilidade de tal educação, observando as diferenças de escolas públicas e privadas que é fortemente influenciada pelas desigualdades sociais, o que dificulta ainda mais sua resolução.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a base educacional. Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer, defende que os limites do campo de visão de uma pessoas delimitam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se os brasileiros possuem números notórios quanto à parcela de cidadãos que contrairam débito e não os pagam regularmente, assim equivale o aumento da inadimplência no país, o que denota-se um grande desleixo quanto ao controle financeiro, consequência de não terem acesso a educação financeira sua visão será limitada, o que dificulta a resoluçaõ do problema.
É evidente, portanto, que tais entraves precisam ser solucionados. Para esse fim, o Estado, juntamente com o Ministério da Educação, órgão responsável pelos recursos educacionais, devem realizar palestras que demonstrem a importância da adminstração da renda particular e a busca do equilíbrio econômico, por meio de encontros nas escolas com a comunidade, com a finalidade de esclarecer as dúvidas, diminuindo a desigualdade e buscando erradicalizar o problema.