A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 08/06/2021
Durante a Idade Média, os camponeses, que compunham a maioria da população, não tratavam com importância suas finanças devido aos altos impostos da nobreza e a impossibilidade de ascensão social. Hodiernamente, contudo, pesquisas relacionadas ao assunto têm crescido entre o brasileiros. A partir disso, é necessário analisar a dimensão do estudo da economia pessoal para os cidadãos, além de motivos para tal procura, como por exemplo, maiores dividendos.
É relevante abordar, primeiro que, o conhecimento da área financeira implica em melhores decisões pessoais. Segundo o filósofo grego Epiteto, só a educação é capaz de libertar o ser humano, logo, esse pensamento, adaptado para a ciência monetária, dá ao cidadão, a partir de uma análise crítica, a capacidade de aumentar seus rendimentos. Por conseguinte, a redução de despesas desnecessárias é outro aspecto pertinente das finanças pessoais.
Desse modo, destaca-se que, adiquirir bens que possibilitem retornos em dinheiro é de grande valia para os indivíduos. De acordo com o empresário estadunidense Robert Kiyosaki, é necessário possuir mais ativos do que passivos, ou seja, evitar compras de objetos apenas por impulso e que não geram remuneração. Por isso, o corte de gastos, é possivelmente uma das principais estratégias daqueles que iniciam uma adequação econômica.
Dessa forma, percebe-se a necessidade da disseminação desse conhecimento para a população. Primeiramente, o Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Economia, deve buscar recursos para a implantação de uma matéria específica de finanças pessoais nas escolas, por meio da inclusão desse objetivo na base de Diretrizes Orçamentárias e na Base Nacional Comum Currícular (BNCC). Ademais, cabe as instituições educacionais a criação de eventos e palestras, para pais e alunos, com o intuito de promover a explanação sobre o assunto nas escolas, fazendo com que, esse seja divulgado a partir da base dos habitantes.