A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 29/06/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que empecilhos sobre a educação financeira encontra-se efetivado na sociedade. Desse modo, a inoperância estatal em consonância com a dívida são os principais pilares para esses conflitos.
Primeiramente, vale ressaltar a negligência governamental como perpetuadora do problema. Destarte, de acordo com o IBGE , 90% das escolas públicas não possuem disciplina sobre educação financeira. Sob esse viés, denota-se que o Estado apresenta-se ausente, pois falta investimento em aulas com professores capacitados para ensinar os alunos desde os primórdios a como investir e economizar, já que a educação financeira é imprescindível para todas as esferas sociais.
Ademais, surge o endividamento como resposta desse alarmante panorama. Por essa perspectiva, segundo o filósofo grego Epicuro, em sua reflexão sobre a sociedade, o ser humano vive em busca do prazer. Sob essa ótica, pessoas inadimplentes para suprir um desejo optam por pegar cada vez mais dinheiro emprestado com bancos, assim devido ao acúmulo de empréstimos os cidadãos não conseguem mais pagar suas obrigações e origina uma grande crise financeira.
Portanto, com intuito de mitigar os empecilhos da educação financeira, urge que o Estado, como principal garantidor e promotor do bem-estar social, disponibilize subsídio para que o Ministério da Educação reverta essa verba em contratação de profissionais, que, por meio de aulas e workshops nas escolas, ensinariam os alunos e a comunidade sobre como administrar e invertir melhor o dinheiro .Além disso, é mister a mídia divulgar sobre a importância de planejar e aplicar a verba. Somente assim, a Declaração Universal dos Direitos Humanos entrará em vigor completo.