A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 13/07/2021
Na geometria, o Ponto Médio é definido como um ponto de equilibrio de um segmento de reta. Apesar dessa definição ser muito ultilizada nos aportes matemáticos, ela pode ser associada a questões cotidianas, como a importância da educação financeira na vida do cidadão, que apesar de existir não se encontra uma resolução clara para o problema. Dessa forma informações para uma melhoria de qualidade de vida e uma base educacional financeira desde a escola, são fatores que podem contribuir para equacionar esse imbróglio.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a desinformação em questão a educação financeira. Segundo o escritor brasiliense Álvaro Modernell, mercado financeiro não é loteria. Quem aposta, geralmente perde. Quem investe, normalmente ganha. Nesse contexto, nota-se que a ausência da informação acarreta gastos desenfreados e a criação de endividamentos. Logo, o uso não planejado e errôneo dos bens monetários provoca débitos preocupantes.
Outrossim, a falta de ensinamento nas escolas contribui para impulsionaro problema. Sob esse viés, as crianças passam varios anos nas escolaas e, mesmo assim, não aprendem o mínimo sobre dinheiro. Diante disso, futuramente, elas vão ser, possivelmente, endivíduos com dívidas e sem nenhuma instrução financeira. Nessa linha de raciocínio, é notavel a péssima atuação estatal quanto ao assunto, já que não há o fornecimento de conhecimento desde os mais novos. Portanto, é fundamental uma melhor atuação estatal para ocorrer a propagação da educação financeira.
É mister, portanto que medidas sejam cada vez mais efetivas em prol da educação financeira na vida do cidadão. Assim cabe ao Ministério da Educação inserir matérias optativas de educação financeira nas instituiçoes de ensino por meio de aulas sobre gestão pessoal, para que os estudantes entrem em contato com problemáticas futuras. Além disso, a mídia pode incentivar os cursos técnicos ou superiores para a aprimoração de conhecimento financeiro. Assim, poder-se diminuir, em médio a longo prazo, o impacto nocivo da educação financeira, e assim equacionar esse imbróglio.