A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 18/07/2021
Segundo o Artigo 6º da Constituição Federal, a educação é um direito pleno que deve ser garantido à sociedade por intermédio do Estado. Nesse viés, a educação apresentada para a população se encontra incompleta, uma vez que o ensino financeiro não é amplamente abordado nas escolas. Dessa forma, jovens adultos brasileiros possuem tendências econômicas irresponsáveis, e procuram a educação de forma independente.
Em primeiro plano, é fulcral pontuar a forma como jovens, devido a falta de informações, se relacionam com o dinheiro. De acordo com o portal de notícias G1, indivíduos entre 18 e 24 anos de idade possuem os maiores números de inadimplência no Brasil, devido a falta de aprendizado para gerenciar melhor suas finanças. Em razão disso, ao não serem inseridos a debates financeiros, é indubitável que serão futuramente prejudicados. Dessa maneira, ao investir na educação financeira durante momentos fundamentais, como a infância, observará uma drástica queda nos indíces de jovens adultos com problemas econômicos.
Em segundo plano, é de suma importância apontar a necessidade dos brasileiros de procurar a educação financeira sozinhos, ao não possuírem assistência governamental. Segundo o jornal O Tempo, é perceptível um grande crescimento do número de buscas digitais relacionadas ao crescimento econômico individual no Brasil. Com isso, fica explícito a negligência por parte do Estado de cumprir com seu dever constitucional, ao não proporcionar a educação financeira necessária, forçando brasileiros a se educarem com outras plataformas, possivelmente, não confiáveis.
Logo, ações são necessárias para melhorar a educação financeira do país. Portanto, o Governo Federal, mais especificamente, o Ministério da Educação, deve providenciar e estimular o ensino financeiro, por meio de aulas e palestras em escolas e universidades, para que, dessa maneira, os indivíduos sejam educados de maneira correta e utilizem os ensinos em suas vidas financeiras. Assim, o Estado estará, finalmente, cumprindo seu dever constitucional e promovendo o pleno direito do corpo social.