A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 16/08/2021

No filme “até que a sorte nos separe", retrata a situação de um homem que ganha na loteria e depois gasta todo o seu dinheiro em troca de uma vida luxuosa, construindo críticas acerca do comunismo impulsivo, a ausência de planejamento adequado e aos gastos fúteis, diretamente relacionados à falta de informação da educação financeira na vida das pessoas. Infelizmente é uma realidade enfrentada por grande parte da população, tendo em vista a minoria que reconhece a importância da educação financeira. Essa situação é o resultado do uso inadequado do dinheiro e da escassez de instruções em ambientes escolares.

Em primeiro plano, é importante enfatizar a falta de interesse das pessoas em entender como utilizar o dinheiro de maneira apropriada. Desse modo, essa afirmação pode ser comprovada à medida que indivíduos começam a relacionar o dinheiro como algo capaz de trazer malefícios, apto a alterar pessoas, levando a falta de repercussão do assunto de forma mais ampla. No entanto, esse modo de pensamento acaba estabelecendo censuras em contestações sobre o dinheiro, criando a ignorância. A partir da educação financeira os cidadãos poderão agir de maneira mais racional com as suas finanças, podendo se desviar do consumo impulsivo. Além disso, a falta de ensino nas escolas agrava esse problema.

Com as devidas instruções em relação à educação financeira, o aluno poderá se preparar para o futuro e o mercado de trabalho, será algo útil para a vida toda. Assim, poderia ser aprendido a como avaliar o dinheiro e não se seduzir a situações que podem oferecer ganhos a curto prazo, além da necessidade de planejamento antes do consumo. Portanto, sem esse apoio, é provável o impacto negativo na vida futura de um estudante, sendo possivelmente, indivíduos com dívidas e sem nenhuma instrução financeira. Logo, é preciso uma maior ação governamental, para a disseminação da educação financeira.

Em síntese, é indispensável a inserção da educação financeira nas escolas incentivado pelo Ministério da Educação. É preciso haver estímulos a conversas abertas com responsáveis sobre despesas, gastos e salários, assuntos de fundamental importância às crianças e adolescentes. A prática de “mesadas” pode ser utilizada como alternativa de ensino e instigação a hábitos de poupança.