A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 16/08/2021
Educação financeira, a habilidade de entender como o dinheiro funciona. Apesar de ser uma ideia já discutida há muitos anos, somente está sendo praticada a partir de 2020, ano em que a BNCC passou a considerar obrigatório a presença da disciplina em sala de aula. Considerando sua presença constante e bem feita durante as aulas, o projeto vem com dois objetivos principais: aumentar o poder aquisitivo da populção e aumentar os investimentos feitos pelos mesmos.
Inicialmente, a educação financeira vem com o simples papel de educar os jovens com o princípio de economizar. Apesar de ser algo bem “clichê”, essa faixa etária ainda tem muita dificuldade em relação a suas economias, onde guardar e como guardar. De acordo com uma pesquisa feita pela CNDL e SPC Brasil, 48% dos jovens brasileiros não tem a prática de guardar uma quantia do salário, seja nas poupanças ou em investimentos. Esse problema se deteriora principalmente a longo prazo. Diariamente em jornais e revistas aparecem casos de pessoas que ao perderem seus empregos, acabam chegando em uma situação precária de vida, sendo a principal causa a falta de educação financeira. Se esse mesmo trabalhador tivesse guardado ao menos uma pequena quantia, ele não iria, necessariamente, ter que viver em uma situação igualmente precária.
Apesar de existirem outras formas de “guardar” o dinheiro, investimentos são sim a melhor forma, atingindo positivamente não só uma pessoa, mas a empresa que está por trás. Ao investir, principalmente em empresas de baixo risco, o consumidor, além de garantir um lucro por mês, acaba “ajudando” a empresa, não importando se a mesma for grande ou pequena. Os investimentos podem ser utilizados tanto como uma renda extra, para garantir sua saúde econômica ou auxiliar em seus projetos de vida, quanto como uma forma de viver independente, sem necessariamente depender de outras pessoas para gerar seu lucro mensal. Nos dois modos, os investimentos afetam de forma positiva a sociedade e a individualidade do consumidor.
Portanto, para garantir a eficácia da educação financeira, uma parceria entre o governo, através das escolas, e as redes sociais -twitter, instagram, entre outras- poderiam estabelecer um projeto com o intuito de popularizar a educação financeira nas escolas. O governo teria o papel primário de garantir a presença dessa nova disciplina, obrigatória em escolas particulares e públicas. Já as redes sociais tem o papel de popularizar a campanha feita pelo governo, de tal forma que seja algo atrativo para os jovens, Com isso, a sociedade poderá dar mais um “passo” na direção certa, diminuindo drasticamente os indíces negativos, os quais são tão discutidos nos dias atuais.