A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 16/08/2021

No filme “Até que a sorte nos separe”, produzido no Brasil e distriuido pela empresa Netflix, o protagonista tinha alta quantia de dinheiro, mas por não saber administrar esse dinheiro acaba falindo e se endividando. Agora fora da ficção, milhões de brasileiros se encontram endividados por conta de empréstimos a altos juros e por má administração do capital. A falta de educação financeira deixa a grande massa da população incapaz de cuidar do próprio dinheiro e se previnir de dívidas e falências. É preciso entender suas consequências desse problema para buscar uma forma de solucioná-lo.

Sem a educação financeira, o indivíduo entra na vida adulta sem saber das melhores decisões para tomar a respeito do seu dinheiro, muitas vezes passando por mais problemas financeiros do que os necessários. Com certas noções monetárias, o cidadão cria um senso de economia de dinheiro por exemplo, que pode tranquilizar muito nas contas do mês. Dessa forma, por meio da diminuição de gastos muitas famílias conseguiriam se sustentar com menos dificuldades.

Outro benefício que a população ganharia caso a educação financeira fosse mais democratizada e acessível seria a de saber se prevenir de possíveis imprevistos. A situação do Covid-19 que estamos vivemos foi devastadora para muitas famílias que dependiam de comércios que foram fechados para respeitar o isolamento social. Com o ensino necessário, essas pessoas saberiam da improtância de criar uma reserva de capital para essas situação imprevisíveis, para crises ou para problemas de saúde. Com isso, várias famílias que tivessem guardado uma quantia em dinheiro para se manter nessa crise, estariam em uma condição melhor.

Por fim, é necessário que o Ministério da Educação, órgão responsável por gerir o ensino no Brasil, disponibilize aulas de educação financeira para alunos do ensino médio. Isso pode ser feito por meio do acréscimo desse conteúdo na grade curricular estudantil, com o objetivo de que esses alunos cheguem na vida adulta com noções de administração monetária. Para adultos já formados, palestras em locais publicos poderiam ser organizadas para ajudá-los também. Com isso, um número significativo de pessoas conseguiriam viver uma vida mais confortável e evitar crises e endividamentos.