A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 16/08/2021

O endividamento da população cresce mais a cada dia. As pessoas estão se afundando em dívidas e não sabem como se verem livres dos juros, sem noção do que devem fazer para pagar seus débitos sem gerar novas e imensas dificuldades. A falta que a educação financeira no ensino básico faz é evidente e se mostra cada mais necessária, já que além de poder levar algumas pessoas a viverem nas ruas, em alguns casos gera mortes.

Mais de 60 milhões de brasileiros tem dívidas, é o que afirmava o Serviço De Proteção ao Crédito, SPC, em 2018. O dado choca, pois fica evidente que mais de 30% da população está precisando de auxílio para se livrar do endividamento. Diferentemente do filósofo Diógenes, o cínico, que vivia nas ruas para buscar o conhecimento, os débitos fazem com que muitos passem a viver nas rua, situação de alta periculosidade, por não terem outra escolha.

Dever também faz mal ao psicológico. Casos de idosos que se suicidam por não terem dinheiro suficiente para pagar seus medicamentos e viverem dignamente aparecem cada dia mais. Muitas pessoas entram em depressão por se sentirem inferiores e incapazes de governarem a própria vida. A tristeza gerada pela administração ruim do dinheiro faz com que muitos cometam suicídio. Ter apoio psicológico garantido pelo Ministério da Saúde, através do SUS, poderia contribuir para a redução desses casos.

É papel do Governo Federal, por meio da Ministério de Educação, garantir que este aprendizado aconteça desde os anos iniciais nas escolas. A educação tem papel fundamental e decisivo nesse caso, já que tendo aulas desde pequenos sobre o tema as crianças estariam se preparando para serem adultos com consciência econômica, sabendo administrar suas finanças desde suas primeiras mesadas. Desta forma, os índices de moradia nas ruas e de suicídio poderiam felizmente cair.