A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 16/08/2021
Na década atual, muito tem se discutido sobre a introdução da educação financeira nas escolas de ensino básico. Em muitos países, um aumento no número de adultos que possuem problemas financeiros tem aumentado de forma inimaginável. No Brasil, esse fenômeno tem se tornado recorrente, a cada ano o número de pessoas com o nome “sujo” tem aumentado alarmantemente, assim, problemas como: o gasto desgovernado de capital ficam evidentes. A Desigualdade Social é outro problema que também fere o Brasil impetuosamente. Nesse contexto, estabelecer uma base de noção sobre o racionamento de dinheiro no aluno é fundamental.
No Brasil, somente na transição do ano de 2017 para 2018, cerca de 2,4 milhões de brasileiros atingiram um marco triste, seus nomes foram registrados no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), somando assim 62,6 milhões de brasileiros, ou seja, 41% da população adulta não conseguem honrar seus compromissos financeiros. Muitos não sabem como administrar seus bens e acabam por gasta-los em coisas não essenciais. Deste modo a educação financeira age de forma impecável. Em 2015, cerca de 50% dos jovens de 15 anos em solo brasileiro, não tinham a básica noção sobre finanças, com a implementação da educação financeira, as estimativas são bem otimistas. Para tentar mudar essa realidade, deve-se seguir o modelo implementado em 2020 (tornou-se obrigatório o ensino de finanças na educação infantil e na fundamental ), aumentando o conhecimento sobre finanças. Aliado a isso, o modelo de 2010, com políticas pública de modo a maior conscientização financeira, deve prosseguir, assim as próximas gerações devem ter tendencias a gastar seu dinheiro corretamente.
A desigualdade social é outro mal que se intensifica com gasto desgovernado de dinheiro, pois isola as pessoas que possuem dívidas das que conseguem arcar com seus compromissos financeiros, cerca de 59% dos adultos conseguem honrar suas contas, mas sabemos também que a parcela que consegue fazer isso e sobra capital é pequena. Deste modo deve-se seguir uma recomendação simples, porém eficaz: gastar menos do que recebe. Tamanha é sua eficiência que esta regra é implementada por grandes ligas de futebol, chamada “Lei do Fair-Play Financeiro”, onde proibi um clube de gastar mais do que arrecada, esta lei deve-se aplicar a qualquer pessoa, instituição ou federação que deseja uma estabilidade financeira. Há outro problema: é difícil manter-se em dia com as contas arrecadando pouco. Desta maneira, deve ocorrer um aumento gradativo do salário mínimo, assim deixará o trabalhador mais liberto para organizar suas finanças e não sobrecarregará o patrão.
Por isso, o Estrado brasileiro deve incentivar o ensino de finanças para sua população desde jovens, pois corrigirá problemas que são observados a séculos e tendo com solução geral o ensino financeiro.