A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 12/10/2021
Na série “6 Round”, produzida pela Netflix, é retratado um grupo de pessoas que estão completamente endividadas e aceitam participar de um jogo para obter o dinheiro. No Cenário brasileiro, essa situação do endividamento atinge diversas faixas etárias, porém sendo mais recorrente nos jovens no início da vida adulta. Por conseguinte, a falta de dinheiro pode acarretar problemas com a saúde mental, cansaço e desânimo de viver, sendo assim a falta de planejamento e educação financeira dos jovens brasileiros é um dos grandes motivos de existir uma sociedade com dívidas.
Primeiramente, a dificuldade de se estabelecer no mercado de trabalho, atualmente, agrava cada vez mais o cenário de nomes no SPC( Serviço de Proteção ao Crédito). A Crise de 29, conhecida pela quebra da Bolsa de Valores de New York e, por isso, uma das maiores crises econômicas no mundo, mostra-se o despreparo do sistema financeiro com o dinheiro. Ademais, com a Crise de 29 houve vários relatos de suicídios no globo terrestre pelas divídas, insegurança alimentar e agravamento de depressões, entre outros, considerando assim, que o dinheiro usado de forma incorreta muda o comportamento da população.
Posteriormente, com o mundo globalizado, soluções foram sendo adaptadas para o sistema financeiro conseguir estar na rotina dos brasileiros de forma saudável. O Thiago Nigro, formado em Relações Internacionais, ensina no seu Instagram -rede social-, cerca de 2 milhões de pessoas sobre educação financeira, trazendo para a vida dos cidadãos qualidade ao usar o dinheiro, visto que é algo fundamental na realização de trocas comerciais entre indivíduos. Aliás, aprender sobre dinheiro deveria ser rotina na vida dos brasileiros desde da infância, e assim não sendo possível criar jovens endividados no SPC.
Portanto, medidas precisam ser tomadas para mitigar essa sociedade com muitas dívidas. O Ministério da Economia deve oferecer cursos gratuitos, em parceria com o Ministério da Educação, nas escolas e universidades, visto que são as instituições formadoras do indivíduo, por meio de atividades extracurriculares, que ensinam sobre finanças, renda passiva, entre outros. Assim, espera-se educar os jovens e evitar adultos endividados.