A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 22/09/2021

A Magna Carta brasileira garante o direito do acesso à educação para a formação plena do indivíduo. No entanto, essa jurisprudência é contestada, uma vez que há a problematização envolta da importância da educação financeira na vida do cidadão. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à insuficiência de palestras de ensino, em escolas e faculdades, voltadas para a valorização dessa modalidade de aprendizagem e à falta de regulamentação de leis que visam implantar essa matéria escolar em todos os educandários da federação.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover debates, em instituições de ensinamento, sobre os malefícios da insuficiência de aulas voltadas para a importância da educação financeira na vida do cidadão. Indubitavelmente, modalidades de ensinança focadas na cooperação e no desenvolvimento econômico, que visa promover a compreensão sobre os produtos e serviços monetários, são necessárias, mas a falta de incentivo governamental nessas discussões, acarreta a construção de mais uma causa para a desvalorização dessa matéria. Outrossim, a carência de apoio dos órgãos legislatoriais a essa lecionação tem como seguimento o desconhecimento das massas sobre a relevância dessas palestras. Por conseguinte, da falta de investimento governamental e da inépcia da população, aulas financiais continuaram a ser menosprezadas, afirmação que é exemplificada pelo G1, com o descontrole de renda e gastos dos indivíduos brasileiros, no ano de 2020.

Além disso, é de conhecimento público que a exiguidade de regulamentação de leis é um dos empecilhos que dificultam a valorização da importância da educação financeira na vida do cidadão. Sob o mesmo ponto de vista, segundo o veículo de informações UOL, as diretrizes existentes, como a BNCC, Base Nacional Curricular Comum, que organiza propostas pedagógicas para o ensino básico, são uma referência, mas somente com os decretos regulamentares são especificados os detalhes de como uma norma irá agir. Visto isso, é evidente que sem a estandardização, as aulas sobre desenvolvimento econômico não serão implantadas, e a população continuará inepta dessas informações, circunstância essa que, conforme o G1, acarreta o aumento do número de pessoas endividadas no país.

Em suma, com a falta de palestras de ensino e o desprovimento de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras mensais, mediante anúncios em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes, para politizar a população sobre a importância da educação financeira. Ademais, promover assembleias públicas, em organizações de ensino, para instruir as massas sobre os benefícios dessa modalidade educacional, o que resultará em uma nação informada, com o efeito de criar cidadãos conscientes.