A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 24/09/2021

O filme “Até que a sorte nos separe” conta a história de uma família que se tornou milionária depois de ganhar na loteria. No entanto, ao longo dos anos, os protagonistas acabaram falindo por causa de suas despesas sem escrúpulos. Ao mesmo tempo, além da ficção, a falta de planejamento orçamentário também tem sido observado entre as pessoas endividadas no Brasil. Devido à persistência da cultura de consumo na sociedade e à falta de educação monetária na base da educação pessoal. Portanto, é necessário discutir a importância da educação financeira na vida dos cidadãos.

Vale destacar que, em primeiro lugar, o processo de industrialização do Brasil no século 20 proporcionou bolhas no processo de bens de consumo duráveis ​​e não duráveis, mas muitos cidadãos não receberam educação financeira para lidar com seus impactos. Para este novo modelo. Por exemplo, são os motivos do governo “JK” para comprar carros em excesso que causaram uma notícia preocupante no país. Nesse sentido, essa mentalidade de consumo ainda existe no mesmo período, ou seja, os cidadãos compram mais coisas do que o necessário, mesmo os de consumo, o que leva ao aumento do endividamento e da inadimplência. Portanto, é fundamental superar essa cultura de consumo descontrolado.

Por outro lado, segundo o filósofo Voltaire, educar uma pessoa não é bom para consumir capital e preparar a sociedade para o sofrimento e a perda. Nesse caso, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), por não haver informações financeiras nas primeiras fases da vida, os cadastraram mais de 60 milhões de cidadãos e seus nomes foram considerados sujos. Portanto, esse problema também prejudica as contas públicas, pois avançada do crescimento crescente do país, a falta de cuidado financeiro pessoal afetará coletivamente a sociedade. Diante disso, investir em um modelo de educação que priorizar a educação financeira pode evitar os prejuízos sugeridos pelos filósofos.

Portanto, é evidente que o país precisa investir em medidas que valorizem a educação financeira de crianças e adultos para amenizar o impasse. Portanto, o Ministério da Economia deve prestar assessoria financeira ao público na presença de consultores e gestores por meio de esforços conjuntos em shoppings e praças e outros locais uma vez a cada dois anos, de forma a melhor orientar como pessoas e desenvolver mecanismos individuais. Não caia no consumismo e supere essa cultura de consumo excessivo. Além disso, também é importante que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) realize projetos de palestras financeiras e distribuição de material didático para que as crianças dêem vida às aulas e evitem como cenas de filmes.