A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 25/09/2021
Além de ser uma população com muitos hábitos consumistas, os também apresentam grandes dificuldades em lidar com suas finanças. À vista disso, pode-se citar um trecho da música da banda Mamonas Assassinas, que diz: “A minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia”, que demonstração o hábito que a nação tem de parcelar suas compras, ao via de poupar para adquiri-las. Nesse sentido, a falta de educação financeira repercute no endividamento, no empobrecimento e no aumento da desigualdade em meio a população.
Nesse mesmo prisma, consoante ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 79% dos consumidores consumidores tem o costume de parcelar suas compras. Pode-se observar, então, que o parcelamento e o uso de diversos cartões de crédito podem acarretar dívidas maiores do que o cidadão tem condições de pagar, acarretando os juros e mais juros, o que dificulta ainda mais o pagamento e virando uma bola de neve ‘para o endividado.
Dessa forma, fica evidente que a implementação da educação nas escolas financeiras já deveria ter sido colocada em prática, para evitar a alta inadimplência econômica dos cidadãos do país. Nesse contexto, cabe ressaltar que além de não saber controlar seus cartões de crédito, segundo o SPC Brasil, 85% da população faz compras sem planejamento e 74% não possui qualquer investimento fixo, nem mesmo caderneta de poupança, o que explicita como o brasileiro não sabe administrar corretamente suas finanças.
Urge, portanto, que o Ministério da Educação implemente de forma efetiva a disciplina de educação financeira em todas as escolas do país, por meio da contratação de professores qualificados e aptos, com o fito de atribuir conhecimento à toda população sobre a administração financeira. Ademais, é importante, também, que essa educação incluia os pais ou responsáveis pelo aluno, com o objetivo de ensinar não só os jovens, como também a população adulta no geral, diminuindo a inadimplência no país.