A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 04/10/2021

O filme, “Até que a sorte nos separe”, conta a história de Tino, pai de família que ganha na loteria, e em dez anos, gastam tudo, resultando na sua falência. Fora das telas, o filme mostra a falta de organização da sociedade em que não teve conhecimento sobre gastos desnecessários, finanças e investimento quando jovem. Nesse viés, a conscientização em relação aos gastos e o aprendizado do gerenciamento de finanças contribuem para a importância da educação financeira. São relevantes, pois, meis para impor essa metodologia nas escolas, ajudando a sociedade, a como lidar com as despesas.

A princípio, a conscientização em relação aos próprios gastos está diretamente atrelado à questão discutida. Sob esse prisma, o psicanalista Antonio Quinet, em seu livro, “Um olhar a mais”, defende que a sociedade contemporânea é mediada pelo olhar. Analogamente, um olhar positivo sobre a educação financeira pode diminuir os riscos de inadimplência quando mais velho, pois as pessoas teriam consciência sobre os gastos de energia, alimentação e gastos extras durante um período, ou até durante anos, já que teriam os valores de todos os gastos anotados e organizados em pastas ou documentos, diminuindo o risco de não realizar algum pagamento ou de não devolver algum empréstimo, tendo a vida financeira programada e sem danos. Assim, em razão das aptidões desenvolvidas, o ensino sobre as finanças emerge como uma espécie de chave capaz de abrir as portas que levam o ser humano a gastar com consciência, diminuindo as possíveis dívidas existentes.

Outrossim, vale ressaltar o potencial da educação financeira para gerenciar finanças. Nesse contexto, o filósofo Locke, em sua teoria da “Tábula Rasa”, o homem é um papel em branco a ser preenchido por experiências ao longo da vida. Analogamente, muitos sujeitos podem ser “preenchidos” pelo conhecimento sobre como lidar com finanças. Isso porque o ensino voltado para o mercado monetário promove o conhecimento e a prática de investimentos do dinheiro em estabelecimentos comerciais, contas de energia e alimentação, poia faz com o que o cidadão tenha noção dos gastos, e, consequentemente, percebe se é necessário fazer uma diminuição nos gastos. Posto isso, é inegável a relevância do crescimento econômico pessoal, a partir da minimização dos gastos desnecessários.

Interfere-se, portanto, que a educação financeira é vital paragerenciar finanças e para a consciência dos gastos. Logo, é basilar que o Ministério da Educação promova, para as escolas, aulas, não só de matemática, mas de várias matérias diferentes que conseguem abordar esse tema, com exemplos que deveriam ser feitos que podem ocorrer no dia a dia, com o fito de fomentar essa prática, para os cidadãos saberem  como funciona, como fazer cálculos, e prática em relação a situações de descontos, juros e inflação. Destarte, muitos  poderão se organizar e saber como aplicar o dinheiro que possuem.