A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 20/10/2021

A série “Round 6” retrata a vida de cidadãos que se endividaram e topam participar de um jogo que coloca suas vidas em risco tendo como prêmio dinheiro. Entretando, fora da ficção, as pessoas gastam muito por situações momentâneas e não sabem administrar o próprio financeiro, logo é nítido a importância da educação financeira no cotidiano. Dessa forma, a necessidade do imediatismo e a falta de ensinamento nas escolas são um entraves para um Brasil e qualidade de vida melhor.

De início, nota-se que os brasileiros são movidos pelo sistema capitalista e diariamente são estimulados a consumirem produtos fúteis. Segundo o filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman, não são as crises que mudam o mundo e sim nossa reação a elas, de fato, quando um cidadão está com problemas no financeiro a primeira atitude dele é pegar um empréstimo, fazer cartões, planos e na maioria das situações não é levado em conta os juros. Nesse viés, infelizmente, a população é incentivada a fazer gastos sem pensar futuramente, essas situações é praticadas pelo desejo do imediatismo e ilusão do falso prazer.

Ademais, é indispensável que as escolas encorage e ensine os estudandes a praticarem educação financeira. A especialista em finanças Nathalia  Arcuri conta em seu canal no Youtube sobre a experiência pessoal desde a infância e a necessidade de se estudar sobre finanças, logo vale ressaltar que muitos brasileiros começam a trabalhar no ensino médio sem o conhecimento da linguagem financeira. Desse modo, para haver uma melhora na qualidade de vida dos indivíduos como um crescimento pessoal, realizações e  planejamento do futuro é fundamental que tenham debates e aulas sobre educação financeira.

Portanto, fica evidente a importância de conhecimentos sobre finanças. Nesse sentido, cabe ao Ministério da Educação adicionar no currículo escolar o tema “Educação Financeira” nas matérias de humanas, por meio do auxílio de profissionais em finanças e com o intuito de ter um número inferior de cidadãos endividados.