A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 30/10/2021
A quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, em 1929, foi o limiar da vida financeira de muitas pessoas. Com índices inflacionários altíssimos, empresas e pessoas perderam muito capital, impactando não apenas o país norte americano, mas o mundo inteiro. Analogamente, vê-se que a população brasileira, sobretudo, sofre por não ter ideais de educação financeira bem pautados, fator que é consequência do mau planejamento das finanças, paradigma gerado há tempos, e de escasso apoio das entidades governamentais e sociais para reverter o revés. Sendo assim, é importante que intervenções eficazes sejam aplicadas para auxiliar, também, na desconstrução de ansiedades e receios das pessoas que sofrem com problemas monetários.
De início, pode-se citar que a influência geracional está inteiramente aliada as ideias hodiernas dos cívicos sobre educação financeira. Émile Durkheim,denota que o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Desse modo, se uma criança convive em um meio que a influencia a poupar, a gastar o necessário e a investir, tende a praticar as mesma nuances por conta da vivência em grupo. Com isso, vê-se o quão necessário é que haja desconstrução de ansiedades e receios advindos de décadas de problemas financeiros governamentais e individuais, causados pela desigualdade econômica principalmente, para que bons princípios numerários sejam instaurados na mente nacional.
Ademais, é de suma importância que o Governo desenvolva projetos que visem o estímulo ao planejamento e organização financeira. Gilberto Dimenstein, jornalista brasileiro, explicita em seu livro “Cidadãos de Papel” que se não houver relação constitucional teórica ligada a prática, os direitos dos cidadãos não são completamente executados. Dessa forma, deve-se ter auxílio das entidades governamentais para instauração de conteúdos nas escolas, em sites oficiais e em lugares públicos sobre informações a respeito do período inflacionário, movimentação da bolsa de valores e dicas de como lidar com o salário individual economizando. Só dessa maneira, para que haja desmistificação da ineficácia dos poderes públicos em ajudar os cívicos.
Portanto, é inegável que a escasso alcance a educação financeira é um entrave que urge soluções. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação insira o ensino financeiro na educação básica nacional.A fim de elaborar um plano eficiente da inserção desse conhecimento nas instituições escolares,formando cidadãos com consciência administrativa de suas finanças.Assim, será possível superar o obstáculos e as pessoas sairão da prejudicial condição de minioridade minoridade.