A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 07/11/2021
Os Estados Unidos, após a vitoriosa participação na Grande Guerra, enfrentou uma turbulenta crise no setor financeiro, proveniente de um eufórico descuido do capital na coletividade estadunidense. Dessa perspectiva histórica para a contemporaneidade, evidencia-se uma aproximação ao cenário de aflição de rentabilidade, visto que a persistência da má administração de renda concretiza um dilema social. Diante disso, torna-se necessário o debate acerca da importância da educação financeira na vida do cidadão, problemática impulsionada não só pela omissão estatal, mas também pela ausência da participação social sobre essa questão importante.
Em primeiro plano, vale ressaltar que a superficialidade da postura governamental implica na continuidade desse entrave social. Nesse sentido, a falha do órgão gestor vislumbra a quebra do Contrato Social do filosófo Hobbes- denota-se que o Estado deve interferir nas relações que geram desordem social- haja vista que não há um posicionamento eficaz das entidades públicas para reverter esse mal na sociedade, como a implantanção de cursos financeiros e a capacitação de alunos jovens no que tange a administração do dinheiro de acordo com as necessidades de compra. Ademais, atribui-se a obsolencência da Constituição Federal de 1988 à essa ação impodenrada do poder público, visto que não vigora a norma constitucional do acesso à educação, tendo em vista que a educação brasileira atual não abrange todas as questôes de urgência, assim como todos os cidadões. Em suma, a participação estatal sobre a administração rentável da sociedade torna-se mínima e contribui para a reverberação de suas consequencias, como uma conjuntura brasileira inadiplente.
Outrossim, é lídimo que a ausência do debate acerca das financias dentro da sociedade, como em família, corrobora a propagação de comportamentos inconcientes de compra. Nessa perspectiva, a implicância da falta de discussões dentro do eixo familiar corrobora o conceito de Instituições Zumbis, do sociológio Zygmunt Baumann, que nomeia as instuituições sociais, como a família, que diferem de suas funções. Nessa viés, o âmbito familiar torna-se cumplíce do crescente número de endividados brasileiros, haja vista que não há um orientamento dos indivíduos pertencentes, o que possibilita o transtorno compulsivo de aquisições fora do orçamento, cujo efeito reflete-se nos dados obtidos pelo Serviço Público ao Crédito, que aponta uma taxa proxima de sessenta por cento da população nacional de 2018 com alguma pendência financeira. Dessa maneira, as “famílias zumbis” sobre a educação financeira potencializa a presença desse empecilho assombroso na conjuntura nacional.