A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 17/11/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende que todo ser humano tem direito à educação de qualidade. No entanto, observa-se justamente o contrário, no que diz respeito à importância da educação financeira. Nesse contexto, torna-se evidente como causas, falta de base educacional, bem como a lenta mudança na mentalidade social.
Primeiramente, é preciso atentar para a falta de base educacional presente na questão. Segundo Immanuel Kant, filósofo alemão, o ser humano é o resultado da educação que teve. Sob essa ótica, se há problema social, há uma lacuna educacional, no que tange a educação financeira, percebe-se forte influência dessa causa, uma vez que a escola não tem cumprido seu papel no sentido de resolver o problema, pois não está trazendo conteúdos que ajam na resolução da questão.
Ademais, vale ressaltar também a lenta mudança na mentalidade social. Para Émile Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de pensar. Nesse contexto é possível perceber que a questão do planejamento monetário é fortemente influenciada pelo pensamento coletivo, uma vez que se as pessoas crescem inseridas em um ambiente social intolerânte à métodos rentáveis para utilizar as própias finanças, a tendência é adotar esse pensamento também, o que torna a resolução desse problema ainda mais complexa.
Destarte, medidas são necessárias para mitigar os problemas. Isto posto, cabo ao Ministério da Educação (MEC) - que tem por função promover ensino e educação de qualidade em todo o país- desenvolver projetos de educação financeira, por meio de inclusão no currículo escolar, maneiras de manejo de finanças e campanhas de conscientização pecuniária, à fim de educar a base educacional. A partir de ações como essas, será possível erradicar os problemas voltados a educação financeira e fazer com que a educação promovida pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, seja abrangente à todas as áreas sociais.