A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 19/11/2021
Em uma passagem do livro “O hobbit” de J. R. R. Tolkien, apresenta o personagem Gollum, retratado como um ser compulsivo que deixou-se consumir pelo bem material do anel da invisibilidade. De maneira análoga, a falta de educação financeira está corroborando para as práticas consumistas que estão cada vez mais prejudiciais a sociedade e juntamente com a falta de investimento do capital, estão levando os sujeitos a se consumirem pelas dívidas. Portanto, torna-se necessária a discussão acerca da educação financeira sobre dois vieses: a sua importância e suas consequências.
Diante desse cénario, faz-se cabível a reflexão de como a falta de uma educação financeira afeta o dia a dia dos cidadãos. Como sugerido pelo britânico William Arthur, “Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”. Como mostrado pelo economista, a educação tem tamanha importância para sociedade e economia, quando ocorre a sua falta, evidentemente, gera problemas sociais absurdos, como se vê hoje no Brasil, com cerca de 40% da sua população endividada, segundo dados do SPC. Esse número alarmante é corroborado pela falta de preparação financeira, assim gerando práticas consumistas que alinhadas à falta de gerenciamente e organização, fomentam as dívidas e ajudam na sua manutenção. Outro importante ponto, é falta de investimento do capital, que poderia ser um grande aliado no combate as dívidas, onde apenas 2% da população brasileira investe na bolsa de valore, de acordo com dados da B3 (bolsa de valores do Brasil).
Ora, diante toda essa pespectiva, torna-se mais que evidente a importância da educação financeira, então é válido analisar suas consequências. Como dito por Nelson Mandela, " A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". De maneira análoga a frase, faz-se óbvio a notoridade da educação. Um ensino financeiro trabalharia de três frentes: controle, organização e investimento. O controle é ideal para que não ocorra gastos absurdos com produtos de baixa ou, até mesmo, nenhuma prioridade, a organização é um importante passo para um planejamento seguro e controle de riscos, já o investimento é uma fonte segura de lucro complementar ou total, uma boa medida preventiva se nescessário e, assim, gerar uma segurança financeira.
Diante do exposto, torna-se necessária a tomada de medidas atenuates ao problema abordado. Portanto, concerne ao Ministério da Educação educar os jovens e capacitar os adultos a vida ficanceira, por meio de políticas de capacitação e mudança na atual grade curricular. Tais projetos visariam, respectivamente, inserir os adultos, por intermédio de parcerias com universidade, no mundo financeiro e do investimento, e alterar o ensino tardicional, assim gerando jovens capazes de cuidar de suas próprias finanças, objetivando uma educação financeira mais democrática.