A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 16/05/2022
Com o advento da crise econômica do século XXI, diversos fatores contribuíram para o aumento de dívidas e instabilidades na vida dos cidadãos. Na perspectiva atual, duas décadas depois, a inconstância se perpetua, contribuindo para o subdesenvolvimento social do país. Nesse prisma, dois aspectos importantes se destacam: a falta de investimentos na educação de base e inexperiência financeira.
Em primeira análise, evidencia-se a inexistência da preparação juvenil em relação à educação financeira. Sob essa ótica, estudo feito em 2015 revela que mais da metade dos brasileiros de 15 anos não sabem o básico de manuseio de dinheiro, não possuem contato ou apenas não estão interessados no assunto. Dessa forma, inexistem políticas públicas a favor do incentivo da educação financeira definitiva e eficaz.
Além disso, é notório a falta de experiência anteior por parte daqueles que sofrem de problemas financeiros. Desse modo, a educação de base ascende como elemento principal: “Só a educação liberta”, dizia Epicteto. Consoante a isso, com a educação de base bem fundamentada, com recursos, investimento e iniciativa, a liberdade financeira, sempre procedida por educação, será alcançada. Sendo assim, políticas públicas são elementares para um futuro econômico equilibrado.
Depreende-se, portanto, a adoção de medias que venham ampliar a educação financeira na vida dos cidadãos. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal, através do Ministério da Educação e da Economia, realizar melhorias na educação de base, por meio de atividades extracurriculares e voluntárias, a fim de agregar, primordialmente, interesse e vontade, desde o início da socialização, agregande conhecimento intrínseco e natural em ralação à economia. Somente assim, vamos disseminar a educação financeira e amezinar os danos causados pela crise econômica de início do século XXI.