A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 12/05/2022
A crise de 1929, também conhecida como “Grande Depressão” foi uma forte recessão econômica que se espalhou por todo mundo capitalista onde as consequências são manifestadas até os dias de hoje. De maneira análoga a isso, o colapso financeiro ocorreu pois não houve destaque da importância da educação financeira . Nesse prisma, destacam dois aspectos: antigos comportamentos bem como a invisibilidade.
Em primeira análise, evidencia-se os antigos comportamentos. Sob essa ótica, Sérgio Buarque de Holanda afirma que o colonialismo deixou heranças que permanessem enraizadas no Brasil contemporâneo, ocorre que a cultura imprópria da escassez representa grave mazela construída desde o século XVI. Dessa forma, seguindo a lógica de Holanda, o Período Colonial contribuiu para o descontrole financeiro, e que consumir excessivamente é relacionado ao sucesso, o que motiva o brasileiro a comprar mais do que necessita.
Além disso, é notório a invisibilidade. Desse modo, o sociólogo e filósofo polonês Zygmunt Bauman diz que no novo mundo- a era da informação- a invisibilidade é equivalente a morte. Consoante a isso, Bauman onde tentava explicar o modo de vida nas sociedades capitalistas, interliga que a falta de acesso de informações faz com que os indivíduos faleçam, e enquanto a elite tem o poder aquisitivo e sabem administrar suas finanças, os que são desprovidos de tamanha oportunidade continuam na perpetuação da condição estatal.
Despreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar o acesso da educação financeira. Dessa maneira, cabe à escola, forte ferramenta de formação de conhecimento, fazer palestras pedagógicas e aulas por meio de profissionais de contabilidade e administração, a fim de que conscientize os jovens a terem mais interesse sobre sua vida financeira e como irão administrá-la, essas medidas tem como maior objetivo de avançar a sociedade ao caminho eficaz para que não ocorra concordante a Grande Depressão.