A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 19/05/2022

Durante o século XX, ocorreu nos Estados Unidos a Crise de 1929 que foi considerada o pior momento do século deixando milhares de pessoas desempregadas e marginalizadas, devido a má organização financeira do país. Sob essa ótica, é visto que a desvalorização da educação financeira na vida do cidadão tornou-se um caminho rotineiro devido a ignorância familiar sobre tal assunto e o esquecimento dessa educação nas escolas, gerando efeitos como a inexperiência financeira. Logo, o combate a essa problemática é um desafio.

Em primeiro plano, a segregação do aprendizado financeiro é um fator frequente na sociedade, já que a nação é familiarizada desde cedo a não se preocupar com atividades financeiras, esse pensamento é propagado de geração em geração fazendo com que mais pessoas se tornem ignorantes no assunto. Nessa lógica, conforme os ideais platônicos, a razão é um fator essencial para combater e entender os entraves da nação. Seguindo essa ideologia, ao analisar a permanência do desconhecimento financeiro no comportamento social, vê-se que esse pensamento não é desempenhado, em razão do corpo social que se mantém em meio a utopia.

Ademais, é preciso apontar a erradicação da instrução financeira nas escolas como outro fator que fomenta na persistência do obstáculo. Para entender tal apontamento, uma pessoa quando entende de finanças desde cedo aprende a gerir melhor as esferas da sua vida, alcançando, então, o progresso monetário. Sob essa ótica, de acordo com o filósofo Thomas Hobbes “O homem é o lobo do homem”, essa frase se liga com a problemática desinformação pecuniária no cotidiano, gerando, assim, ações insatisfatórias que comprometem a população.

Percebe-se, portanto, que é preciso ampliar o conhecimento sobre educação financeira, evitanto episódios como a Crise de 29, que mostrou o quanto a população é despreparada para entender suas finanças. Por conseguinte, é necessário que o Governo Federal, órgão que mais pode ajudar, implemente a educação financeira, por meio de matérias nas escolas e palestras em locais públicos, visando atingir todas as faixas etárias, para que, assim, seja normalizado o conhecimento econômico, evitando obstáculos.