A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 20/05/2022

A Constituição Federal de 1988, como documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 6º, o direito à educação. Todavia, tal prerrogativa não tem se reverberado na prática quando se observa o descaso à educação financeira. Isso porque, a problemática não tem sido debatida de forma cidadã. Nesse prisma, faz-se imperiosa a investigação da falha governamental e a negligência da sociedade.

Em primeira análise, evidência-se que a auência de medidas governamentais têm dificultado a inclusão da educação financeira nas escolas. Sob essa ótica, de acordo com a Associação de Educação Financeira, aproximadamente 7% das escolas no país trabalham com o conteúdo de finanças. Dessa forma, é verdade que o assunto se tornou algo inalcançável para a população mais humilde. Logo, as consequência disso é o crescimento de pessoas que não sabem administrar seu dinheiro no cotidiano.

Além disso, é notório que a sociedade tem sido uma grande impulsionadora da falta de importância para o estudo financeiro. Desse modo, o filmd brasileiro “Até que a Sorte Nos Separe” narra uma trama, em que o personagem Tino ganha na loteria e em pouco tempo perde tudo e ainda devendo. Consoante a isso, é nítido que esse tema atual ainda é um problema para a população adulta, já que, não acreditam que seja necessário estudar para aprender a admnistar. Isto posto, é necessário que esse mal seja cortado na raiz no início do colegial.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter a negligência educacional. Dessa maneira, cabe ao Ministério de Educação -como órgão responsável pela elaboração da grade curricular -exigir uma doação de verbas para todas instituições que ainda não incluiram aulas de educação financeira nas salas de aula, de modo que invistam também na capacitação dos professores envolvidos, a fim de futuramente os alunos possam saber lidar com as suas próprias finança. Somente assim, consolidar-se-á uma corpo social mais empreemdedor.