A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 24/05/2022
Em coadunação com o pensamento do filósofo brasileiro Mário Sérgio Cortella, é necessário cuidar da ética humana para não haver uma “sociedade anestesiada”, nesse sentido é perceptível a falta de conhecimento sobre educação financeira pelo proletariado bem como o desprovimento de abordagens nas instituições escolares. Assim, a falta de educação monetária para os cidadãos se apresenta como um dos fatores da “sociedade anestesiada”.
Neste contexto, de acordo com o site de noticias G1 a poquidade de educação financeira afeta diretamente o trabalhador brasileiro, visto que muitos trabalham mais do que recebem. Dessa forma, diante da crise econômica que o Brasil vive há dificuldades em administrar o pouco dinheiro que o assalariado recebe que com frequência acaba não sobrando para o pagamento de contas, causando o edividamento financeiro, sendo assim enquanto a falta de conheceimento monetário se mantiver, o Brasil permancecerá estagnado.
Além disso, segundo o Serasa cerca de 25% da população endividada tem entre 18 e 30 anos, dado que reforça a importância da educação finaceira ser pauta nas escolas desde cedo. Sob esse viés, os jovens brasileiros têm muita propensão ao consumo e baixa consciência sobre a necessidade de poupar, entretando com a disseminação da educação financeira nas escolas minimizaria problemas prejudiciais para os jovens posteriormente na vida adulta.
Portanto é de dever governamental como o Ministério da Educação, incluir a educação financeira desde os primeiros anos da vida escolar, por meio da adição de uma diciplina na Base Nacional Curricular, além de realizaer campanhas informativas na mídia, visando á plena educação monetária da população brasileira. Com essas medidas, “a sociedade anestesiada” será apenas um retrato passado do Brasil, que promoverá de forma efetiva a educação financeira dos cidadãos.