A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 14/10/2022

O fundador da economia moderna, Adam Smith, defende a harmonia financeira que se dá através do conhecimento do próprio objetivo. Nesse contexto, avalia-se que a educação iria promover esse conhecimento, contudo isso se torna impossibilitado pela falta de investimento governamental e a alienação do cidadão.

Sob essa ótica, o discurso do filósofo Immanuel Kant: “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”, representa a situação financeira caótica que se encontram os cidadãos, visto que o governo é o intermediário para empreender na educação. Desse modo, enfatiza-se que a negligência governamental é agravante ao prejudicar a individualidade crítica financeira de um cidadão, pois a torna nociva para uma economia nacional harmoniosa.

Simultaneamente, o filósofo Karl Marx conceitua alienação como desigualdade, ao partir do ponto que o trabalhador não tem acesso ao que produz. Nesse sentido, evidencia-se que o proletariado se tornou alheio a essa situação, visto que o mesmo credibilita esse sistema desigual, diante o valor que a sociedade como um todo agregou ao produto, e não ao trabalhador. Dentro desse contexto, as consequências de tal descaso atingem tanto o pessoal, ao desvalorizar um cidadão, quanto o coletivo, ao gerar desemprego.

Por fim, é necessário que o Ministério da Educação, órgão responsável pela manutenção do ensino, reformule a grade escolar por meio da inserção da matéria de educação financeira. Dessa forma, será trabalhado no indivíduo o ideal de Adam Smith, que tem como objetivo a busca da individualidade financeira para melhorar a coletividade economica.