A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 28/10/2022
Segundo o IBGE, cerca de 70% da população brasileira acmula dívidas. Este fato ajuda a trazer à tona a questão da Educação financeira no Brasil,que apesar de importante, encontra dificuldades para ser implementada devido ao desconhecimento populacional sobre o tema e à postura governamental inerte. Há, portanto, a necessidade de um amplo debate sobre como superar este problema.
A princípio, é importante ressaltar o aspecto populacional nesta situação. Neste âmbito, o Filósofo Aristóteles afirmava que o erro surge da falta de informação. Tal premissa encaixa-se perfeitamente nesse questão, uma vez que a população brasileira padece com o endividamento, por não saber da importância da educação financeira para controlar gastos, investir e como não agir com imprudência. Muitas pessoas, por exemplo, saem das escolas sem ter noções de in formações básicas como crédito, financiamento e juros. Entende-se, pois, que a necessário propor medidas, as quais possam romper com a desinformação.
Além disso, é válido salientar o papel governamental nesta problemática.Sob este viés, a Constituição Federal no artigo 205 afirma que é dever da União assegurar educação de qualidade que promova o desenvolvimento completo do indivíduo. Indo de encontro à Carta Magna, ocorre que o Estado é ineficiente por não promover a educação financeira nas escolas e instituições de ensino dada a sua importância para o cidadão Brasileiro.O último Censo escolar,por exemplo, evidencia que ainda são muitas as mudanças a serem feitas na grade curricular. Compreende-se, afinal, que é mister reavaliar a atuação estatal neste setor.
Por tudo isto, faz-se necessária a intervenção civil e estatal. Neste Contexto, o Ministério da Educação, deve promover,nos ambientes públicos,palestras elucidativas e atividades lúdicas administradas por planejadores financeiros, que possam,mediante o discurso informativo, alertar a população a respeito da importância da educação financeira com o intuito de romper com este paradigma. Com precisão análoga, o Poder Legislativo,mediante a projetos de lei, deve promover reformas na base curricular estudantil, inserindo disciplinas de educação financeira nos níveis de educação e capacitar profissionais para esta função. Desta forma, estes problemas serão, de fato, superados.